O ser, que não é nada de ente, é um “nada” que nos visita, e a filosofia grega, ao contrário do pensamento comum, medita sobre o “
há” (il y a) como “clarão do ser”, e a passagem da poesia à filosofia é apresentada como um acontecimento decisivo, onde o “logos” não destrói o “mito”, mas o divino se retira.