Um impulso inato de auto-exposição, Selbstdarstellung, gratuito para a preservação e excedente à atração sexual, sugere atividade espontânea no aparecer e implica que tudo o que pode perceber também tende a apresentar-se como indivíduo, culminando na espécie humana.
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Selbstdarstellung como coerção distinta do instinto funcional.
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Querer ser visto, ouvido e tocado como tendência do vivo.
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Auto-exposição como apresentação do indivíduo e não de um eu interno.
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Clímax humano da auto-exposição.
A inversão morfológica implica um valor da superfície em que a aparência possui poder máximo de apresentação em relação ao interno de funções mais primitivas, mas a terminologia de expressão cria dificuldades porque a expressividade da aparência não remete a um interior e sim à exibição de si mesma, sugerindo que padrões metafísicos do essencial sob a superfície e a primazia da vida interior são ilusões, embora a linguagem disponível permaneça falha para corrigir tais pressupostos.
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Valor da superfície como consequência de amplo alcance.
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Expressão como termo problemático por sugerir interioridade.
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Aparência como apresentação de si e não como expressão de ideia ou emoção.
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Preconceitos metafísicos do essencial oculto como erro.
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Convicção da vida interior como mais relevante como ilusão.
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Falha terminológica como obstáculo conceitual.