A visão, segundo Jonas, constitui metáfora-guia do espírito pensante por instaurar distância, objetividade e permanência, fornecendo base sensível para a ideia do eterno e da LIBERDADE de escolha [Arendt, Vida do Espírito I O Pensar 13]
-
Distância entre sujeito e objeto
-
Conceito de objetividade e theoria
-
Presente como dimensão de permanência
-
LIBERDADE derivada do não-ser capturado pelo objeto visto
-
A tradição metafísica privilegiou a visão do imutável e excluiu os assuntos humanos contingentes até que Hegel os integrou sob a necessidade do Espírito Absoluto [Arendt, Vida do Espírito I O Pensar 14]
-
Platão e as coisas sempre iguais
-
Exclusão dos negócios humanos por contingência
-
Hegel integrando história como necessidade
-
Filosofar como eliminação do acidental
-
A modelização filosófica de figuras históricas articula visão representativa que preserva realidade histórica e função exemplar, conforme Gilson ao tratar de Dante e
Tomás de Aquino [Arendt, Vida do Espírito I O Pensar 17]
-
Transformação de figura histórica em tipo ideal
-
Representação preservando função simbólica
-
Tomás de Aquino e Siger de Brabante
-
Sócrates de Xenofonte como exemplo histórico