====== GA61 Phänomenologische Interpretationen zu Aristoteles ====== //Phänomenologische Interpretationen zu Aristoteles: Einführung in die phänomenologische Forschung (WS 1921-1922)// TRADUÇÕES * HEIDEGGER, Martin. Interpretações fenomenológicas sobre Aristóteles. Introdução à pesquisa fenomenológica. Tr. Enio Paulo Giachini. Petrópolis: Vozes, 2011 [GA61EPG] * HEIDEGGER, Martin. Interpretaciones fenomenológicas sobre Aristóteles (Indicación de la situación hermenéutica [Informe Natorp]. Traducción y edición de Jesús Adrián Escudero. Madrid: Trotta, 2002. [GA61JAE] * HEIDEGGER, Martin. Phenomenological Interpretations of Aristotle. Initiation into Phenomenological Research. Tr. Richard Rojcewicz. Bloomington: Indiana University Press, 2001 [GA61RR] * EINLEITUNG * I. TEIL - Aristoteles und Aristoteles-Rezeption * II. TEIL - Was ist Philosophie? * 1. Kapitel - Die Definitionsaufgabe * 2. Kapitel - Die Aneignung der Verstehenssituation * III. TEIL - Das faktische Leben * 1. Kapitel - Grundkategorien des Lebens * 2. Kapitel - Die Ruinanz * ANHANG I - VORAUSSETZUNG * ANHANG II - LOSE BLATTER **INTRODUÇÃO** **I. PARTE** Aristóteles e a Recepção de Aristóteles * A. O que significa história da filosofia? Um campo da história do espírito, pesquisa objetiva de fatos? – O histórico só é apreensível no filosofar; ambos originalmente um – Não pressuposto, mas pré-disposição do factível na questionabilidade; não objetivo – História da filosofia para nós: Gregos e Ocidente cristão * B. A recepção da filosofia aristotélica * a) Idade Média e Modernidade * b) Helenização prévia da consciência de vida cristã * c) A pesquisa filológico-histórica **II. PARTE** O que é filosofia? * 1. Capítulo: A tarefa da definição * A. A dupla falha na superestimação * a) A ideia acrítica de definição * b) O desconhecimento do sentido de "princípio" * B. A subestimação da tarefa de definição * a) A decisão pelo "trabalho concreto" * b) Filosofia como "vivência" * c) Conceito de filosofia * 2. Capítulo: A apropriação da situação de compreensão * A. Pré-disposição a partir de um uso linguístico * a) Filosofia é filosofar * b) Platão sobre o filosofar * B. A definição principiológica da filosofia * C. A situação de acesso: a universidade * a) Primeira objeção: A filosofia é filosofia universitária? * b) Segunda objeção: A situação universitária contingente pode ser normativa para a filosofia? * c) A tradição **III. PARTE** A interpretação fenomenológica da facticidade em Aristóteles * 1. Capítulo: Categorias fundamentais da vida * A. Vida e mundo * B. Sentido de referência da vida: cuidar (Sorgen) * a) Caráter do mundo no cuidar: significância * b) Diretrizes do cuidar * C. As categorias no sentido de referência da vida * a) Inclinação * b) Distanciamento (e supressão da distância) * c) Bloqueio * d) O "fácil" (Aristóteles) * D. Retrospectiva e prospectiva * E. As categorias de movimento. Reluzência e Praestrução * a) As categorias de movimento na inclinação * b) As categorias de movimento na supressão da distância * c) As categorias de movimento no bloqueio * F. Conexão * 2. Capítulo: A ruinância * A. Retrocesso e repetição da interpretação * a) Intensificação do cuidar: preocupação (Besorgnis) * b) Caracteres cairológicos * B. Quatro caracteres formal-indicativos da ruinância * a) Função proibitiva da indicação formal * b) O para onde da ruinância: o nada * c) A objetividade * d) A questionabilidade **ANEXO I** Pressuposto * 1. Como as "ciências" têm seus pressupostos * 2. Sentido de movimento da interpretação fenomenológica do filosofar * 3. A condicionalidade da interpretação * 4. Um caminho para o objeto da filosofia * 5. A direção do questionamento filosófico * 6. Sentido de ser do "sou" * 7. Problemática do pré-dispor e possível discussão sobre e crítica da "objetividade" da interpretação filosófica **ANEXO II** Folhas soltas * Folha 1: Lema e ao mesmo tempo indicação agradecida da fonte * Folha 2: Estrutura da Introdução à pesquisa fenomenológica * Folha 3: Conexão * Folha 4: Cuidar – Aguardar * Folha 5: Esclarecimento e cuidar * Folha 6: O que importa * Folha 7: O começo genuíno * Folha 8: Caminho da interpretação * Folha 9: Introdução à pesquisa fenomenológica * Folha 10: Introdução à pesquisa fenomenológica **EINLEITUNG** **I. TEIL** Aristoteles und Aristoteles-Rezeption * A. Was heißt Philosophiegeschichte? Ein Gebiet der Geistesgeschichte, objektive Tatsachenforschung? – Das Historische nur im Philosophieren zu ergreifen; beides ursprünglich eins – Keine Voraussetzung, sondern Voraushabe des Faktischen in der Fraglichkeit; nicht objektiv – Philosophiegeschichte für uns: Griechen und christliches Abendland * B. Die Rezeption der aristotelischen Philosophie * a) Mittelalter und Neuzeit * b) Vorgängige Gräzisierung des christlichen Lebensbewußtseins * c) Die philologisch-historische Forschung **II. TEIL** Was ist Philosophie? * 1. Kapitel: Die Definitionsaufgabe * A. Die zweifache Verfehlung in der Überschätzung * a) Die unkritische Idee der Definition * b) Die Verkennung des Sinnes von "Prinzip" * B. Die Unterschätzung der Definitionsaufgabe * a) Der Entschluß zu "konkreter Arbeit" * b) Philosophie als "Erlebnis" * c) Begriff der Philosophie * 2. Kapitel: Die Aneignung der Verstehensituation * A. Vorgriff aus einem Sprachgebrauch * a) Philosophie ist Philosophieren * b) Plato zum Philosophieren * B. Die prinzipielle Definition der Philosophie * C. Die Zugangssituation: die Universität * a) Erster Einwand: Ist Philosophie Universitätsphilosophie? * b) Zweiter Einwand: Kann die zufällige Universitätssituation für die Philosophie normgebend sein? * c) Die Tradition **III. TEIL** Die phänomenologische Interpretation der Faktizität bei Aristoteles * 1. Kapitel: Grundkategorien des Lebens * A. Leben und Welt * B. Bezugssinn des Lebens: Sorgen * a) Charakter der Welt im Sorgen: Bedeutsamkeit * b) Weisungen des Sorgens * C. Die Kategorien im Bezugssinn des Lebens * a) Neigung * b) Abstand (und Abstandstilgung) * c) Abriegelung * d) Das "Leichte" (Aristoteles) * D. Rückblick und Vorblick * E. Die Bewegungskategorien. Reluzenz und Praestruktion * a) Die Bewegungskategorien in der Neigung * b) Die Bewegungskategorien in der Abstandstilgung * c) Die Bewegungskategorien in der Abriegelung * F. Zusammenhang * 2. Kapitel: Die Ruinanz * A. Zurückgreifen und Wiederholung der Interpretation * a) Steigerung der Sorge: Besorgnis * b) Kairologische Charaktere * B. Vier formal-anzeigende Charaktere der Ruinanz * a) Prohibitive Funktion der formalen Anzeige * b) Das Wohin der Ruinanz: das Nichts * c) Die Gegenständlichkeit * d) Die Fraglichkeit **ANHANG I** Voraussetzung * 1. Wie "Wissenschaften" ihre Voraussetzung haben * 2. Bewegtheitssinn der phänomenologischen Interpretation des Philosophierens * 3. Die Bedingtheit der Interpretation * 4. Ein Weg zum Gegenstand der Philosophie * 5. Die Richtung der philosophischen Fragestellung * 6. Seinssinn des "bin" * 7. Vorgriffsproblematik und mögliche Diskussion über und Kritik der "Objektivität" philosophischer Interpretation **ANHANG II** Lose Blätter * Blatt 1: Motto und zugleich dankbare Anzeige der Quelle * Blatt 2: Aufbau der Einleitung in die phänomenologische Forschung * Blatt 3: Zusammenhang * Blatt 4: Sorgen – Warten * Blatt 5: Erhellung und Sorgen * Blatt 6: Worauf es ankommt * Blatt 7: Der echte Anfang * Blatt 8: Weg der Auslegung * Blatt 9: Einleitung in die phänomenologische Forschung * Blatt 10: Einführung in die phänomenologische Forschung {{tag>GA61 Aristóteles fenomenologia}}