====== O JOGO COMO SÍMBOLO DO MUNDO ====== //FINK, Eugen. Le jeu comme symbole du monde. Tr. Hans Hildenbrand; Alex Lindenberg. Paris: Les Éd. de Minuit, 1966.// * CAPÍTULO I: O JOGO COMO PROBLEMA FILOSÓFICO * 1. O jogo como objeto possível e digno da filosofia. * 2. O significado cósmico do jogo humano. * 3. Considerações metodológicas. * 4. A posição do homem na metafísica de centauro do Ocidente. * 5. O mundo como jogo? Partida com o mundo lúdico aparente. * CAPÍTULO II: A INTERPRETAÇÃO METAFÍSICA DO JOGO * 6. O caráter de irrealidade do jogo. * 7. O jogo e os outros campos da vida humana. A mistura platônica de ser e de nada. * 8. A interpretação do jogo em Platão seguindo o fio condutor do espelho. Sua crítica dos poetas. * 9. A ótica do desencantado. Crítica ao modelo do espelho em Platão. * 10. Desvalorização ontológica do jogo na metafísica nascente. Problema do símbolo. * CAPÍTULO III: A INTERPRETAÇÃO MÍTICA DO JOGO * 11. Caracteres fundamentais do jogo cultual. * 12. O símbolo cultual e seu encaminhamento velado ao mundo. A comunhão com os demônios. * 13. Posição mundana do simbolismo do jogo — a crença nos demônios na época arcaica. A magia das máscaras. * 14. A técnica sagrada, equação mundana, magia de iniciação. Passagem ao jogo cultual. * 15. O jogo do culto enquanto dissimulação da relação com o mundo; jogo dos deuses e jogo do mundo. * 16. Jogo e sagrado. Jogo cultual e religião. O jogo dos deuses não é ele mesmo um jogo cultual. * 17. A natureza repleta de deuses no mito; vazia de deuses na cultura recente. A crítica da religião no modelo da "alienação". A questão da mundanidade do jogo não é nem sagrada nem profana. * CAPÍTULO IV: A MUNDANIDADE DO JOGO HUMANO * 18. Ambiguidade do conceito "mundano". * 19. A mundanidade do jogo — em resposta à interpretação metafísica e mitológica. * 20. O jogo como êxtase do homem em relação com o mundo e como reflexo do mundo no ente aberto do mundo. — O mundo como jogo sem jogador. {{tag>Fink jogo}}