====== Ser e Tempo ====== //FABRIS, Adriano. Essere e tempo di Heidegger: introduzione alla lettura. Roma: Carocci, 2004.// **1. Introdução** **1.1. A figura de Heidegger e a relevância de Ser e Tempo** **1.2. Que gênero de livro é Ser e Tempo?** **1.3. O contexto e a gênese de Ser e Tempo** * 1.3.1. O confronto com o neokantismo e com a fenomenologia * 1.3.2. A hermenêutica da vida cristã * 1.3.3. O surgimento e a imposição do problema do ser **1.4. As questões de fundo de Ser e Tempo** * 1.4.1. O caráter «performativo» da investigação de Ser e Tempo * 1.4.2. O arcabouço lógico de Ser e Tempo * 1.4.3. O «devir» do ser * 1.4.4. Realidade e possibilidade **1.5. Ser e Tempo em tradução italiana** **2. A exposição da pergunta sobre o sentido do ser** **2.1. O «retorno» da ontologia** * 2.1.1. A pergunta do Estrangeiro e os preconceitos sobre o «ser» * 2.1.2. Buscar e perguntar * 2.1.3. Primado ontológico e primado ôntico da pergunta sobre o ser **2.2. As «vias» a seguir na investigação** * 2.2.1. O projeto de Ser e Tempo e suas duas tarefas fundamentais * 2.2.2. A fenomenologia como método da investigação ontológica **2.2.1. O projeto de Ser e Tempo e suas duas tarefas fundamentais** **2.2.2. A fenomenologia como método da investigação ontológica** **3. A análise da existência do Dasein em sua primeira articulação** **3.1. A tarefa de uma análise preparatória do Dasein** * 3.1.1. O projeto da primeira seção de Ser e Tempo * 3.1.2. O tema da analítica do Dasein delineado em positivo * 3.1.3. O tema da analítica do Dasein segundo uma caracterização negativa **3.2. O ser-no-mundo como estrutura fundamental do Dasein** **3.3. A «mundanidade» do mundo** * 3.3.1. A mundanidade considerada absolutamente * 3.3.2. A análise do ambiente circundante como via para chegar a um esclarecimento da mundanidade * 3.3.3. Remissão, signo, apaziguamento, significatividade * 3.3.4. O confronto de Heidegger com a interpretação cartesiana do mundo e a elaboração filosófica do conceito de espacialidade do Dasein **3.4. O ser-no-mundo como ser-si-mesmo e ser-com. O problema dos outros Dasein** * 3.4.1. Quem é o Dasein? * 3.4.2. O ser-com dos outros e o cotidiano ser-com os outros * 3.4.3. De que modo o Dasein, habitualmente, é ele mesmo. O impessoal como «protagonista» da cotidianidade **3.5. O in-ser como tal** * 3.5.1. As estruturas do in-ser * 3.5.2. O «sentir-se-situado» em seus caracteres gerais e na modalidade particular do medo * 3.5.3. O compreender como modalidade da abertura. A distinção entre interpretar e asseverar * 3.5.4. O discurso e a linguagem * 3.5.5. As modalidades de abertura do Dasein cotidiano. O constitutivo decair do Dasein **3.6. A cura como ser do Dasein** * 3.6.1. A angústia como abertura da totalidade estrutural do Dasein * 3.6.2. A cura e suas articulações * 3.6.3. O problema da «realidade» * 3.6.4. O problema da «verdade» **4. Dasein e temporalidade** **4.1. A tarefa de uma interpretação existencial do Dasein e as condições de sua realização** * 4.1.1. O projeto da segunda seção de Ser e Tempo * 4.1.2. O «ser para a morte» **4.2. Chamada da consciência, culpa e resolutude. A via para o alcance da autenticidade por parte do Dasein** * 4.2.1. O testemunho da «consciência» * 4.2.2. A «culpa» do Dasein * 4.2.3. A resolutude como «escolha da escolha» **4.3. «Ser para a morte», resolutude e temporalidade** * 4.3.1. A conexão entre «ser para a morte» e resolutude * 4.3.2. A filosofia e o problema do si-mesmo * 4.3.3. A temporalidade como sentido da cura **4.4. Temporalidade e cotidianidade** * 4.4.1. A interpretação temporal dos momentos da cura * 4.4.2. O sentido temporal do ser-no-mundo * 4.4.3. O sentido temporal da cotidianidade do Dasein **4.5. Temporalidade e historicidade** * 4.5.1. O problema da história * 4.5.2. História e historicidade do Dasein * 4.5.3. Historicidade e historiografia **4.6. A temporalidade e o conceito ordinário de tempo** * 4.6.1. As estruturas temporais do cuidar-se e o cuidar-se do tempo. O «tempo do relógio» * 4.6.2. A interpretação ordinária do tempo. O conceito de tempo em Aristóteles e em Hegel **5. Conclusão** {{tag>Fabris SZ}}