obra:ga7:gefas
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| + | ===== GEFÄSS (170-171) ===== | ||
| + | Gefäß, Gefäss, Gefäßes, receptáculo, | ||
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| + | O ser coisa da jarra (Dinghafte des Kruges) está em ser ela um receptáculo (Gefäß). Enchendo a jarra, percebemos (147) logo o recipiente do receptáculo (Fassende des Gefäßes). Fundo e paredes se ocupam, claramente, da recepção (Fassen). Mas vamos devagar! Ao encher a jarra de vinho, será mesmo que vazamos o vinho nas paredes e no fundo? No máximo, derramamos o vinho entre as paredes e sobre o fundo. Parede e fundo são, certamente, o impermeável do receptáculo. Impermeável ainda não é, porém, recipiente (Fassende). Ao encher a jarra, o líquido vaza para dentro da jarra vazia. O vazio é o recipiente do receptáculo (Die Leere ist das Fassende des Gefäßes). O vazio, o nada na jarra, é que faz a jarra ser um receptáculo, | ||
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| + | E, não obstante, a jarra consta realmente de parede e fundo. E é com aquilo de que consta, que a jarra se põe e fica de pé. Pois, que seria de uma jarra que não ficasse em pé? Seria, no mínimo, uma jarra fracassada. Sem dúvida, ainda seria sempre jarra, a saber, um receptáculo, | ||
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| + | Parede e fundo, de que é feita a jarra e com que fica em pé, não perfazem propriamente o recipiente. Caso, porém, este estivesse no vazio da jarra, então, o oleiro, que molda, no torno, parede e fundo, não fabrica, propriamente, | ||
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