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| + | ===== SEER (SEYN) ===== | ||
| + | Seyn | ||
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| + | As “contribuições” perguntam em uma via que é inicialmente aberta pela transição ao outro início, para o interior do qual o pensamento ocidental agora se volta. Essa via lança a transição no espaço aberto da história e a fundamenta como uma estada talvez muito longa, em cuja realização o outro início do pensamento permanece sempre apenas o pressentido, | ||
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| + | Mesmo aqui, porém, como em um exercício preparatório, | ||
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| + | O tempo dos “sistemas” passou. O tempo da construção da figura essencial do ente a partir da verdade do **SEER** ainda não chegou. Entrementes, | ||
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| + | O outro início do pensamento é assim denominado não porque possua uma forma diversa da que possuia qualquer outra filosofia até aqui, mas porque precisa ser o unicamente outro a partir da ligação com o início unicamente uno e primeiro. A partir dessa articulação mútua de um início com o outro já está também determinado o modo da meditação pensante característico da transição. O pensamento inserido na transição empreende o projeto fundante da verdade do **SEER** como uma meditação histórica. A história não é aí o objeto e a circunscrição de uma consideração, | ||
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| + | A questão do ser é a pergunta sobre a verdade do **SEER**. A pergunta até aqui da filosofia sobre o ente (a questão diretriz), ao ser levada a termo e concebida historicamente, | ||
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| + | A pergunta sobre a verdade do **SEER** aponta certamente para a inserção violenta em algo resguardado; | ||
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| + | Por vezes, aqueles fundadores do abismo precisam ser consumidos no fogo do que se guarda, para que o ser-aí venha a ser possível para o homem e, assim, seja salva a constância em meio ao ente, para que o ente mesmo experimente a restauração no aberto da contenda entre terra e mundo. Consequentemente, | ||
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| + | Saber a essência do **SEER** como acontecimento apropriador não significa apenas conhecer o perigo da recusa, mas estar pronto para a superação. Muito antes de todo o resto, a primeira coisa quanto a isso precisa permanecer: colocar o **SEER** em questão. (tr. Casanova; GA65: 2) | ||
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| + | Ninguém compreende o que “eu” penso aqui: deixar o ser-aí eclodir a partir da verdade do **SEER** (e isso significa a partir da essenciação da verdade), para fundar aí o ente na totalidade e enquanto tal; e, em meio à sua fundação, o homem. (tr. Casanova; GA65: 2) | ||
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| + | A partir de um simples toque do pensar essencial, o acontecimento da verdade do **SEER** precisa ser transposto do primeiro para o outro início, para que, em consonância, | ||
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| + | A ressonância do **SEER** como a ressonância da recusa. A conexão de jogo da pergunta sobre o **SEER**. A conexão de jogo é inicialmente conexão de jogo do primeiro início, para que este coloque em jogo o outro início e cresça a partir dessa alternância no jogo a preparação do salto. O salto no **SEER**. O salto projeta o abismo do esfacelamento e assim pela primeira vez a necessidade da fundação do ser-aí destinado a partir do **SEER**. A fundação da verdade como a fundação da verdade do **SEER** (o ser-aí). (tr. Casanova; GA65: 3) | ||
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| + | Tudo se coloca aqui em função da única pergunta acerca verdade do **SEER**: em função do perguntar. Para que esta tentativa se transforme em um impulso, o espantoso do perguntar precisa ser experimentado em meio à sua realização e se tornar efetivo para o despertar e para o fortalecimento do poder de questão. (tr. Casanova; GA65: 4) | ||
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| + | Em sua essência raramente experimentada, | ||
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| + | O perguntar sobre a verdade do **SEER** não se deixa contabilizar a partir do que se deu até aqui. E se ele deve preparar o início de outra história, a execução precisa ser originária. Por mais inacessível que permaneça a confrontação com o primeiro início da história do pensamento, é certo que o perguntar mesmo só precisa considerar a sua indigência e esquecer de tudo à sua volta. A história só emerge no salto imediato por sobre o “historiológico”. (tr. Casanova; GA65: 4) | ||
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| + | A pergunta sobre o “sentido”, | ||
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| + | Na era do carecimento infinito que se origina a partir da indigência velada da falta de penúria, essa pergunta precisa necessariamente parecer como o falatório mais inútil – um falatório para além do qual as pessoas já se lançaram em boa hora. Todavia, resta a tarefa: a restauração do ente a partir da verdade do **SEER**. (tr. Casanova; GA65: 4) | ||
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| + | A pergunta sobre o “sentido do **SEER**” é a pergunta de todas as perguntas. Na execução de seu desdobramento determina-se a essência do que denominamos aí “sentido”; | ||
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| + | A questão do ser é o salto para o interior do **SEER**, o salto que o homem realiza como aquele que busca o **SEER**, na medida em que se mostra como alguém que cria de maneira pensante. Na mais própria desmedida da força de buscar, aquele que busca o **SEER** é o poeta, que “instaura de modo fundante” o **SEER**. No entanto, nós homens atuais só temos um dever: preparar esses pensadores por intermédio da fundação, que se lança bem para frente, de uma prontidão para o que há de mais digno de questão. (tr. Casanova; GA65: 4) | ||
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| + | Para os poucos que de tempos em tempos perguntam uma vez mais, isto é, que colocam em decisão de maneira renovada a essência da verdade. Para os raros, que trazem consigo a mais elevada coragem para a solidão, a fim de pensar a nobreza do **SEER** e falar de sua unicidade. O pensar no outro início é originariamente histórico de uma maneira única: o dispor autoconjuntivo sobre a essenciação do **SEER**. Um projeto da essenciação do **SEER** como o acontecimento apropriador precisa ser ousado porque não conhecemos a missão de nossa história. Que possamos experimentar de um modo fundamental a essenciação desse desconhecido em seu ocultar-se. Precisamos querer, porém, desdobrar esse saber, segundo o qual o desconhecido que nos é dado como tarefa deixa a vontade na solidão e, assim, obriga a existência do ser-aí à mais elevada retenção em relação ao que se oculta. (tr. Casanova; GA65: 5) | ||
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| + | A proximidade em relação ao último deus é o silenciamento. Esse silenciamento precisa ser colocado em obra e em palavra no estilo da retenção. Ser na proximidade do deus – mesmo que essa proximidade seja a mais distante da indecidibilidade sobre a fuga ou a chegada dos deuses – isto não pode ser colocado na conta de uma “felicidade” ou “infelicidade”. A constância do próprio **SEER** porta sua medida em si, se é que ele precisa ainda de uma medida. Mas para quem de nós hoje essa constância ainda se encontra comunicada? Quase não acontece nem mesmo de a prontidão para uma necessidade vingar entre nós ou mesmo apenas o aceno para essa prontidão como o começo de uma outra via da história. (tr. Casanova; GA65: 5) | ||
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| + | As recaídas em modos de pensar encalhados e em pretensões da metafísica ainda nos perturbarão por um longo tempo e impedirão a clareza do caminho e a determinação do dizer. Não obstante, o instante histórico da transição precisa ser levado a cabo a partir do saber de que toda metafísica (fundada na pergunta diretriz: “o que é o ente?) permanece sem condições de voltar o homem para as ligações fundamentais com o ente. Como é que ela poderia conseguir alcançar algo assim? Já a vontade para tanto não encontra nenhuma escuta, enquanto a verdade do **SEER** e sua unicidade não se tornarem necessidade. Como é que o pensamento pode ter sucesso naquilo que anteriormente permaneceu vedado ao poeta (Hölderlin)? | ||
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| + | A verdade do **SEER** só se torna necessidade por meio daqueles que perguntam. Eles são os crentes propriamente ditos, porque eles se mantêm – abrindo a essência da verdade – sobre o solo. Os que perguntam – solitários e sem os artifícios de um encantamento – estabelecem a nova e suprema posição hierárquica da insistência no meio do **SEER**, na essenciação do ser (acontecimento apropriador) como o meio. Os que questionam rejeitaram toda curiosidade, | ||
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| + | Se algum dia uma história nos for ainda uma vez comunicada, a exposição criadora ao ente a partir do pertencimento ao ser, então é indispensável a determinação: | ||
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| + | No conhecimento filosófico, | ||
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| + | Sobretudo no outro início é preciso que – em consequência da pergunta acerca da verdade do **SEER** – seja logo levado a termo o salto para o interior do “entre”. O “entre” do ser-aí supera o chorismos; não na medida em que ele constrói uma ponte entre o **SEER** (a entidade) e o ente como margens por assim dizer presentes, mas na medida em que ele transforma o **SEER** e o ente ao mesmo tempo em sua coetaneidade. O salto no entre conquista pela primeira vez por meio do salto o ser-aí e não ocupa um suporte já pronto. (tr. Casanova; GA65: 5) | ||
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| + | A tonalidade afetiva fundamental do pensar no outro início oscila nas tonalidades afetivas, que à distância só se deixam nomear como o espanto – a retenção – o pressentimento – o pudor. A ligação interna entre elas só é experimentada em meio ao pensar integral das junções particulares, | ||
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| + | O espanto é a viagem de volta do caráter corrente do comportamento no familiar para a abertura do acometimento do que se encobre, em cuja abertura o que há até aqui de corrente se revela ao mesmo tempo como o estranho e como o agrilhoante. O que há de mais corrente, porém, e, por isto, mais desconhecido, | ||
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| + | A retenção, a tonalidade afetiva prévia da prontidão para a recusa como doação. Na retenção vigora, sem afastar nenhuma viagem de volta, o dirigir-se para o privar-se hesitante como a essenciação do **SEER**. A retenção é o meio para o espanto e o pudor. Esses caracterizam apenas de maneira mais expressa aquilo que onginariamente lhe pertence. Ela determina o estilo do pensar inicial no outro início. (tr. Casanova; GA65: 5) | ||
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| + | O pudor, porém, segundo o que foi dito, não pode ser confundido com a timidez ou ser mesmo apenas compreendido na direção da timidez. Isto nos é tão pouco permitido que o pudor aqui visado excede até mesmo a “vontade” de retenção, e isto a partir da profundidade do fundamento da tonalidade afetiva fundamental una. Para ele, para o pudor em particular, emerge a necessidade do silenciamento, | ||
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| + | O pudor é o modo do aproximar-se e do permanecer perto do que há de mais distante enquanto tal, que, contudo, em seu aceno – quando ele é mantido no pudor – se transforma no que há de mais próximo e reúne todas as referências do **SEER** em si. Todavia, quem consegue afinar essa tonalidade afetiva fundamental da retenção espantada e marcada pelo pudor no homem essencial? E quantos ainda mensurarão o fato de essa afinação não fundar nenhum desvio diante do ente, mas o contrário: a abertura de sua simplicidade e grandeza e a necessidade originariamente coagida de abrigar no ente a verdade do **SEER**, a fim de dar assim ao homem histórico ainda uma vez uma finalidade: tornar-se fundador e o guardião da verdade do **SEER**, ser o aí como o fundamento usado pela própria essência do **SEER**: o cuidado, não como pequena preocupação em torno de algo qualquer e não como denegação do júbilo e da força, mas mais originário do que tudo isso, porque unicamente “em virtude do **SEER**”, | ||
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| + | No pensamento inicial sobretudo, regiões da verdade do **SEER** precisam ser atravessadas, | ||
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| + | Na filosofia, algo essencial, depois que ele, quase velado, recebe um choque, precisa se retrair e ganhar o cerne do insuficiente (para a maioria), porque esse elemento essencial é inultrapassável e, por isto, precisa se subtrair em meio à possibilitação do início. Pois sempre se precisa iniciar uma vez mais com o **SEER** e com a sua verdade. (tr. Casanova; GA65: 5) | ||
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| + | A retenção, o meio afinador do espantar-se e do pudor, o traço fundamental da tonalidade afetiva fundamental, | ||
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| + | Ser o que busca, o que vela, o que guarda – isto significa o cuidado enquanto traço fundamental do ser-aí. Em seu nome reúne-se a determinação do homem, na medida em que ele é concebido a partir de seu fundamento, isto é, a partir do ser-aí, o qual se encontra apropriado em meio ao acontecimento e imerso na viragem para o acontecimento apropriador enquanto para a essência do **SEER** e só pode se tornar insistente por força de sua origem como fundação do tempo-espaço (“temporialidade”), | ||
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| + | As pessoas se reportam às rasas poças d’água das “vivências”, | ||
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| + | Se uma questão pensante não é tão simples e tão pre-ponderante, | ||
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| + | A questão pensante acerca da verdade do **SEER** é o instante, que sustenta a transição. Esse instante não é nunca efetivamente fixável, nem tampouco tem como ser contabilizado. Ele estabelece pela primeira vez o tempo do acontecimento apropriador. A simplicidade única dessa transição nunca é concebível historiologicamente, | ||
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| + | No ser-aí e enquanto ser-aí acontece apropriadoramente para o **SEER** a verdade, que ele mesmo revela como a recusa, como aquela região do aceno e da subtração – do silêncio – nos quais se decidem pela primeira vez a chegada e a fuga do último deus. O homem não consegue realizar nada para tanto e é quando a preparação da fundação do ser-aí lhe é entregue como tarefa que ele se encontra menos em condições de tal realização, | ||
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| + | A questão é que a tonalidade afetiva fundamental afina o ser-aí e, com isto, o pensar como projeto da verdade do **SEER** na palavra e no conceito. A tonalidade afetiva é a pulverização do estremecimento do **SEER** como acontecimento apropriador no ser-aí. Pulverização: | ||
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| + | O pressentir abre a amplitude do encobrimento do que se encontra em uma relação de referência e talvez recusado. O pressentimento – visado em termos da tonalidade afetiva fundamental – não se remete de maneira alguma apenas, tal como acontece com o pressentimento habitual pensado em termos de cálculo, para aquilo que está por vir e para o que é apenas iminente, ele mensura transversalmente e avalia por meio de tal mensuração toda a temporalidade: | ||
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| + | Toda e qualquer denominação da tonalidade afetiva fundamental por meio de uma única palavra fixa-se sobre uma opiniáo equivocada. Toda e qualquer palavra é sempre retirada do que é legado pela tradição. O fato de a tonalidade afetiva fundamental do outro início precisar ser dotada de muitos nomes não contesta sua simplicidade, | ||
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| + | Até que ponto o deus se encontra afastado de nós, aquele que nos nomeia fundadores e criadores, porque sua essência precisa de tais homens? Ele está tão afastado que nós não conseguimos decidir, se ele se movimenta em nossa direção ou se ele está se distanciando de nós. E repensar plenamente essa distância mesma em sua essenciação como o tempo-espaço da suprema decisão significa questionar acerca da verdade do **SEER**, acerca do próprio acontecimento apropriador, | ||
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| + | Na essência da verdade do acontecimento apropriador decide-se e funda-se ao mesmo tempo todo verdadeiro, o ente se faz ente, o não ente desliza para o interior da aparência do **SEER**. Essa distância é, sobretudo: a mais ampla e para nós primeira proximidade com deus, mas também a indigência do abandono do ser, encoberto pela ausência de indigência, | ||
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| + | O despertar dessa indigência é o primeiro tresloucamento do homem para o interior daquele entre, no qual a confusão acossa de maneira uniforme e o deus permanece em fuga. Esse “entre”, | ||
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| + | Se o homem, por meio desse tresloucamento, | ||
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| + | Somente se mensuramos o quão unicamente necessário o ser é e como ele não se essencia como o próprio deus; somente se tivermos determinado nossa essência com vistas a esses abismos entre o homem e o **SEER** e entre o **SEER** e os deuses, somente então os “pressupostos” começarão uma vez mais a serem efetivamente realizados para uma “história”. Por isto, em termos de pensamento, a única coisa que se mostra como válida é a meditação com vistas ao “acontecimento apropriador”. Por fim e em primeiro lugar, o “acontecimento apropriador” só pode ser re-pensado (compelido para diante do pensar inicial), se o **SEER** mesmo for concebido como o “entre” para o passar ao largo do último deus e para o ser-aí. (tr. Casanova; GA65: 7) | ||
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| + | O acontecimento apropriador se sobrepõe apropriadoramente ao deus no homem, na medida em que ele se apropria do homem para o deus. Essa apropriação sobre-apropriada em meio ao acontecimento é o acontecimento apropriador, | ||
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| + | O acontecimento apropriador é o entre no que concerne ao passar ao largo do deus e à história do homem. Mas não o campo intermediário indiferente. Ao contrário, a referência ao passar ao largo é a abertura usada por deus do dilaceramento em meio a um fosso abissal; por outro lado, a referência ao homem é o deixar emergir que se apropria em meio ao acontecimento da fundação do ser-aí e, com isto, da necessidade do abrigo da verdade do **SEER** no ente como de uma restituição do ente. (tr. Casanova; GA65: 7) | ||
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| + | A distância da indecidibilidade não é naturalmente algo “para além de”, mas o mais próximo do aí infundado do ser-aí, que se tornou insistente na prontidão para a recusa enquanto a essenciação do **SEER**. Esse mais próximo é tão próximo que todo exercício inevitável da maquinação e do vivenciado precisa ter já necessariamente passado ao largo dele e, por isto, também nunca pode ser resgatado imediatamente para ele. O acontecimento apropriador permanece o que há de mais estranho. (tr. Casanova; GA65: 7) | ||
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| + | A fuga dos deuses precisa ser experimentada e suportada. Essa constância funda a proximidade mais distante possível do acontecimento apropriador. Esse acontecimento apropriador é a verdade do **SEER**. Nessa verdade abre-se pela primeira vez a indigência do abandono do ser. A partir dessa indigência, | ||
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| + | No outro início pensa-se de antemão aquele totalmente outro, que foi denominado o âmbito da decisão, no qual se conquista ou se perde o **SEER** histórico propriamente dito dos povos. Esse ser – a historicidade – não é nunca o mesmo em toda e qualquer era. Ele se encontra agora diante de uma mudança essencial, na medida em que ele tem como tarefa fundar aquele âmbito da decisão, aquele nexo do acontecimento apropriador, | ||
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| + | O **SEER** como acontecimento apropriador – renúncia hesitante como (recusa). Maturidade: fruto e doação. O elemento nulo no **SEER** e o impulso contrário; querelante (**SEER** ou não-ser). O **SEER** se essencia na verdade; clareira para o encobrir-se. A verdade como essência do fundamento: fundamento – o em que fundado (não o de onde enquanto causa). O fundamento funda como a-bismo: a indigência como o aberto do encobrir-se (não o “vazio”, | ||
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| + | O **SEER** se essencia como acontecimento apropriador. A essenciação tem o meio e a amplitude na viragem. A exportação resolutora de contenda e réplica. A essenciação é garantida e abrigada na verdade. A verdade acontece como o encobrimento clareador. A estrutura fundamental desse acontecimento é o tempo-espaço que emerge dele. O tempo-espaço é o que desponta para as mensurações da abertura do fosso abissal do **SEER**. O tempo-espaço é, enquanto junção da verdade, originariamente o sítio instantâneo do acontecimento apropriador. O sítio instantâneo essencia-se a partir desse acontecimento como a contenda de terra e mundo. A contestação da contenda é o ser-aí. O ser-aí acontece nos modos do abrigo da verdade a partir da garantia do acontecimento apropriador clareado e velado. O abrigo da verdade deixa que o verdadeiro se abra e se dissimule como o ente. O ente se encontra pela primeira vez assim no **SEER**. O ente é. O **SEER** se essencia. O **SEER** (como acontecimento apropriador) precisa do ente, para que ele, o **SEER**, se essencie. O ente pode “ser” ainda no abandono do ser, sob cujo domínio a tangibilidade e a utilidade imediata, assim como a funcionalidade de todo e qualquer tipo (tudo precisa servir ao povo, por exemplo) constituem obviamente o que é sendo e o que não é. A autonomia aparente do ente em face do **SEER**, como se este fosse apenas um suplemento do pensamento “abstrato” representacional, | ||
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| + | 1) Acontecimento apropriador: | ||
| + | |||
| + | História aqui não concebida como um âmbito do ente entre outros, mas unicamente com vistas à essenciação do **SEER** mesmo. Assim, já em Ser e tempo, a historicidade do ser-aí precisa ser compreendida a partir da intenção ontológico-fundamental e não como uma contribuição para a filosofia da história presente à vista. (tr. Casanova; GA65: 12) | ||
| + | |||
| + | O acontecimento apropriador é a própria história originária, | ||
| + | |||
| + | O caminho para a essência da história, concebido a partir da essenciação do próprio **SEER**, é preparado “ontológico-fundamentalmente” por meio da fundação da historicidade sobre a temporalidade. Quer dizer, no sentido da “questão do ser” que é a única a se mostrar como diretriz em Ser e tempo: o tempo como o tempo-espaço recolhe em si a essência da história; na medida, porém, em que o tempo-espaço é o abismo do fundamento, isto é, da verdade do ser, reside em sua interpretação da historicidade a referencialidade para a essência do próprio ser. Perguntar sobre essa essência é o único empenho e não é nem uma teoria da história, nem uma filosofia da história. (tr. Casanova; GA65: 12) | ||
| + | |||
| + | Será que está determinada para nós futuramente uma história totalmente diversa daquilo que parece ser hoje considerado como história: a turva caçada às ocorrências que devoram a si mesmas e que só se deixam fixar ainda por meio do mais estridente barulho? Se é que uma história, ou seja, um estilo do ser-aí, ainda nos deve ser doado, então isto só pode ser a história velada da grande tranquilidade, | ||
| + | |||
| + | Retenção como abertura para a proximidade silenciada da essência do **SEER**, afinando com vistas ao mais distante estremecimento do aceno que acontece apropriadoramente a partir da distância do indecidível. (tr. Casanova; GA65: 13) | ||
| + | |||
| + | Cortam de nós a palavra; não como uma ocorrência ocasional, junto à qual não teria lugar um discurso e um enunciado realizável e onde apenas o enunciar e o redizer o que já foi dito e o que é dizível não são levados a termo, mas originariamente. A palavra não ganha ainda de modo algum a palavra, por mais que ela chegue ao primeiro salto por meio de tal corte. O que corta a palavra é o acontecimento apropriador enquanto aceno e acometimento do **SEER**. O fato de se cortar a palavra é a condição inicial para a possibilidade que se desdobra de uma denominação originária – poética – do **SEER**. Linguagem e a grande tranquilidade, | ||
| + | |||
| + | Filosofia é o saber inútil, apesar de dominante. Filosofia é o questionamento terrível, mas raro acerca da verdade do **SEER**. Filosofia é a fundação da verdade sob a privação coetânea do verdadeiro. Filosofia é o querer de volta que se lança em direção ao início da história e, assim, o querer para além de si. Por isto, considerada de fora, a filosofia é apenas um adorno, talvez uma peça doutrinária e uma peça de exposição da cultura, talvez ainda uma peça hereditária, | ||
| + | |||
| + | “visão de mundo” é sempre “maquinação” em face do que é legado pela tradição para a sua superação e controle com os meios que lhe são próprios e que são por ela preparados, mas que não chegaram a alcançar um equilíbrio – tudo levado para o cerne da “vivência”. Filosofia tem como fundação da verdade do **SEER** a origem nela mesma; ela precisa retornar a si mesma naquilo que ela funda e e-dificar unicamente a partir daí. Filosofia e visão de mundo são tão incomparáveis, | ||
| + | |||
| + | A questão é que, na medida em que e logo que a filosofia se reencontra em sua essência inicial (no outro início) e a questão acerca da verdade do **SEER** se torna o meio fundante, desentranha-se o elemento abissal da filosofia, que precisa retornar ao inicial, para trazer ao espaço livre de sua meditação a abertura do fosso abismai e o para-além-de-si, | ||
| + | |||
| + | A meditação sobre o caráter do povo é uma travessia essencial. Assim como não podemos nos esquecer disso, também precisamos saber que um nível hierárquico maximamente elevado do **SEER** precisa ser conquistado por meio da luta, se é que um “princípio autenticamente popular” deve ser dominado como normativo para o ser-aí histórico em meio à sua colocação em jogo. (tr. Casanova; GA65: 15) | ||
| + | |||
| + | O povo só se torna povo, quando os seus elementos mais únicos surgem e quando esses começam a pressentir. Assim, o povo só se torna livre para a lei a ser conquistada por meio da luta como a última necessidade de seu instante extremo. A filosofia de um povo é aquilo que torna povo o povo de uma filosofia, que funda o povo historicamente em seu ser-aí e determina para a guarda da verdade do **SEER**. (tr. Casanova; GA65: 15) | ||
| + | |||
| + | A filosofia “de” um povo não se deixa, por isto, computar e receber prescrições a partir de disposições e de capacidades quaisquer, mas, ao contrário, popular é aqui o pensar sobre a filosofia apenas, quando ele concebe que a filosofia tem de saltar por sobre sua origem mesma mais própria e isto nunca pode acontecer senão se a filosofia em geral ainda pertencer ao seu primeiro início essencial. Somente assim ela consegue voltar o “povo” para a verdade do **SEER**, ao invés de, inversamente, | ||
| + | |||
| + | A filosofia é o saber imediatamente inútil, mas, não obstante, um saber dominante a partir da meditação. Meditação é questionamento acerca do sentido, isto é, acerca da verdade do **SEER**. O questionamento acerca da verdade é o salto para o interior de sua essência e, com isto, para o interior do **SEER** mesmo. A questão é: se, quando e como somos pertencentes ao ser (como acontecimento apropriador). Essa questão precisa ser questionada por causa da essência do ser, que precisa de nós, e, em verdade, não como aqueles que se encontram precisamente ainda presentes, mas de nós, na medida em que nós ratificamos insistentemente suportando o ser-aí e o fundamos como a verdade do **SEER**. Por isto, a meditação – salto para o interior da verdade do ser – é necessariamente auto-meditação. Isto não significa consideração voltada para trás de nós como “dados”, | ||
| + | |||
| + | A questão de saber se somos pertencentes ao ser também é, de acordo com o que foi dito, em si a questão acerca da essência do **SEER**. Essa questão acerca do pertencimento é uma questão decisiva entre o pertencimento a ser primeiro determinado e o abandono do ser como o enrijecimento com vistas ao não-ente como a aparência do ente. (tr. Casanova; GA65: 16) | ||
| + | |||
| + | A filosofia nunca se constrói imediatamente junto ao ente, ela prepara a verdade do ser e se encontra concomitantemente preparada com as perspectivas e os campos de visão que se abrem aí. A filosofia é uma junção fugidia no ente como a disposição, | ||
| + | |||
| + | Toda necessidade enraíza-se em uma uma indigência. A filosofia como a primeira e mais extrema meditação sobre a verdade do **SEER** e o **SEER** da verdade tem sua necessidade na indigência primeira e mais extrema. Essa indigência é aquilo que impulsiona o homem de um lado para o outro no ente e que o traz pela primeira vez para diante do ente na totalidade e para o meio do ente, levando-o, assim, a si mesmo, e, com isto, deixando iniciar ou perecer respectivamente a história. Esse elemento impulsionador é o caráter de jogado do homem no ente, que o determina como o que joga o ser (a verdade do **SEER**). (tr. Casanova; GA65: 17) | ||
| + | |||
| + | O jogador jogado leva a termo o primeiro lance, isto é, o lance fundador como projeto do ente com vistas ao **SEER**. No primeiro início, como o homem consegue se colocar pela primeira vez efetivamente diante do ente, o próprio projeto, seu modo de ser e sua necessidade e indigência ainda são obscuros, velados, e, apesar disto, poderosos: physis – aletheia – hen – pan – logos – noûs – polemos – me ón – dike – adikia. (tr. Casanova; GA65: 17) | ||
| + | |||
| + | A indigência como aquele elemento que impele de um lado para o outro aquilo que impõe pela primeira vez a decisão e a cisão do homem como um ente com ente e em meio a si e, uma vez mais, de volta a ele. Essa indigência pertence à verdade do **SEER** mesmo. Da maneira mais originária, | ||
| + | |||
| + | A indigência, | ||
| + | |||
| + | A impotência do pensar compreendida no sentido habitual tem muitas razões: 1) O fato de, por agora, não ser levado a termo, nem poder ser levado a termo nenhum pensar essencial. 2) O fato de maquinação e vivência pretenderem ser a única coisa efetiva e, com isto, poderosa, não havendo nenhum espaço para o poder autêntico. 3) O fato de nós, supondo que tenha sucesso um pensar essencial, não termos ainda a força para nos abrirmos para a sua verdade, porque pertence a tal força uma posição hierárquica própria da existência. 4) O fato de, em meio ao embotamento crescente em relação à simplicidade de uma meditação essencial e em meio à falta de persistência no questionamento, | ||
| + | |||
| + | Este é o fundamento maximamente velado para a solidão do questionar pensante. A solidão com frequência evocada do pensador é apenas uma consequência, | ||
| + | |||
| + | (Sobre a pergunta: quem somos nós?) Como meditação sobre o **SEER**, a filosofia é uma automeditação necessária. A dita fundamentação desse nexo distingue-se essencialmente de todo e qualquer tipo de asseguramento da certeza de “si mesmo” do “eu” justamente em virtude da “certeza”, | ||
| + | |||
| + | Abstraindo-se da questão sobre o quem, quem é que temos em vista com o “nós”? | ||
| + | |||
| + | A meditação enquanto auto-meditação, | ||
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| + | Sobretudo a questão: quem somos nós precisa permanecer pura e simplesmente inserida no questionamento da questão fundamental: | ||
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| + | O que é, contudo, o início do pensar – no significado da meditação sobre o ente enquanto tal e sobre a verdade do **SEER**? (tr. Casanova; GA65: 20) | ||
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| + | O repensar da verdade do **SEER** é essencialmente pro-jeto. À essência de tal projeto pertence o fato de, em performance e no desdobramento de si mesmo, ele precisar se recolocar no que é aberto por meio de si. Assim, é possível que desponte a aparência de que: onde impera o projeto, aí haja arbítrio e um divergir em direção ao infundado. Mas o projeto traz a si mesmo precisamente para o fundamento e muda, assim, pela primeira vez a si mesmo para o interior da necessidade, | ||
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| + | O projeto da essência do **SEER** é apenas resposta à conclamação. Desdobrado, o projeto perde toda aparência do que tem o seu poder em si e nunca se torna o perder-se e a entrega. Seu aberto é apenas o disponível na fundação formadora de história. O que é projetado no projeto se apodera superpotencializadoramente dele mesmo e o coloca em seu direito. (tr. Casanova; GA65: 21) | ||
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| + | (O pensar inicial) É o repensar da verdade do **SEER** e, assim, a sondagem do solo do fundamento. No repousar sobre o fundamento, abre-se pela primeira vez a sua força fundante, reunidora e retentora. Como é, porém, que o re-pensar do **SEER** se mostra como um repousar? Na medida em que ele abre o que há de mais digno de questão, ele leva a termo a dignificação e, com isto, a mais elevada transfiguração daquilo em que repousa o questionamento, | ||
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| + | O que é, portanto, o início, de tal modo que ele pode se tornar o mais elevado de todo ente? Ele é a essenciação do próprio ser. Mas esse início só é realizável como o outro na confrontação com o primeiro. O início – compreendido inicialmente – é o próprio **SEER**. E, de acordo com ele, o pensar também é mais originário do que um re-presentar e um julgar. (tr. Casanova; GA65: 23) | ||
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| + | O início é o **SEER** mesmo como acontecimento apropriador, | ||
| + | O pensar inicial é: 1) Deixar viger o **SEER** a partir do dizer silenciador da palavra conceptiva no ente. (Construir nessa montanha). 2) A prontidão dessa construçã | ||
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