obra:ga59:5
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| + | ====== §5 ====== | ||
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| + | **§ 5. A Destruição Fenomenológica** | ||
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| + | * A condução ao problema a partir da situação concreta presente só pode ocorrer falando durante algum tempo a própria linguagem da situação problemática, | ||
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| + | **a) A Função da Fenomenologia no Todo do Filosofar** | ||
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| + | * A destruição fenomenológico-crítica pode ser compreendida diretamente como pertencente ao sentido do filosofar, de modo que perde a aparência de recurso emergencial ou de mera preparação para o filosofar propriamente dito; exteriormente, | ||
| + | * Esse papel da fenomenologia como ciência fundamental parece bastante plausível enquanto se permanece exclusivamente no âmbito de uma disciplina descritiva, mas torna-se indeterminado ao se perguntar até onde essa ciência fundamental precisa ser desenvolvida, | ||
| + | * Posicionar a fenomenologia como ciência fundamental pré-filosófica sem que o conceito da filosofia fenomenológica e suas " | ||
| + | * A destruição fenomenológico-crítica se compreende, assim, como ultrapassando a mera explicação de palavras: ao esclarecer termos que expressam os chamados conceitos fundamentais — como " | ||
| + | * O fenômeno da " | ||
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| + | **b) A Vinculação à Pré-apreensão na Destruição Fenomenológica** | ||
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| + | * A chamada "mera explicação de palavras" | ||
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| + | **c) Filosofia e Experiência Vital Factual** | ||
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| + | * A destruição fenomenológica não é tampouco um mero meio metodológico secundário para fins limitados, mas um elemento fundamental da atitude fenomenológica, | ||
| + | * Um caráter da experiência vital factual que serve de indicação é o que se designa como esvanecimento da significatividade: | ||
| + | * Quando a destruição fenomenológico-crítica se dirige explicitamente a filosofias historicamente dadas, essas ficam sujeitas à questão da originariedade da referência existencial, | ||
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| + | **d) A Aplicação da Destruição nos Dois Grupos de Problemas** | ||
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| + | * A situação problemática historicamente dada serve de ponto de partida para a destruição fenomenológico-crítica, | ||
| + | * Não se trata de problemas periféricos que mal tocam o núcleo da filosofia, mas de questões em que a filosofia mesma está em jogo: no primeiro grupo, as questões sobre o verdadeiro objeto da filosofia, o a priori, a razão e a consciência racional, a estrutura do domínio apriorístico e sua relação com o singular e relativo da história, resumindo-se na questão de com que a filosofia se ocupa; no segundo grupo, as questões sobre o modo do apossamento cognoscitivo teórico da objetividade em questão, sobre se a filosofia é condenada à violência frente à totalidade da vida e se lhe basta ordená-la num sistema de conceitos, ou se é possível obter proposições de conteúdo que expressem adequadamente seu objeto, resumindo-se na questão do modo e do método com que a filosofia trabalha seu objeto. | ||
| + | * Os fenômenos implicados nos contrapostos são rastreados em algumas linhas principais de suas pré-indicações de sentido sobre o fundo do fenômeno originário, | ||
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