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| + | ====== GA29-30 Die Grundbegriffe der Metaphysik. Welt – Endlichkeit – Einsamkeit ====== | ||
| + | //Die Grundbegriffe der Metaphysik. Welt – Endlichkeit – Einsamkeit (Wintersemester 1929/1930), ed. Friedrich-Wilhelm von Herrmann, 1. Auflage 1983. 2. Auflage 1992. 3. Auflage 2004. / Les Concepts fondamentaux de la métaphysique. Monde – finitude – solitude, trad. D. Panis, Paris, Gallimard, 1992. [GA29-30FR] / The Fundamental Concepts of Metaphysics. World, Finitude, Solitude. Tr. William McNeill & Nicholas Walker. Bloomington: | ||
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| + | * INHALT | ||
| + | * VORBETRACHTUNG - Die Aufgabe der Vorlesung und ihre Grundhaltung im Ausgang einer allgemeinen Klärung des Vorlesungstitels | ||
| + | * ERSTER TEIL - Die Weckung emer Grundstimmung unseres Philosophierens | ||
| + | * ZWEITER TElL - Das wirkliche Fragen der aus der Grundstimmung der tiefen Langeweile zu entwickelnden metaphysischen Fragen. Die Frage: Was ist Welt? | ||
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| + | CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS - A TAREFA DA PRELEÇÃO E A POSTURA FUNDAMENTAL, | ||
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| + | Primeiro Capítulo - Os desvios que marcam o caminho de determinação da essência da filosofia (metafísica) e a imprescindibilidade de olhar a metafísica de frente | ||
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| + | §1. O caráter incomparável da filosofia | ||
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| + | § 2. A determinação da filosofia a partir dela mesma, tomando como fio condutor uma sentença de Novalis | ||
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| + | §3. O pensamento metafísico como um pensamento que se movimenta no cerne do conceito: abrangendo a totalidade e transpassando conceptivamente a existência | ||
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| + | Segundo Capítulo - A dubiedade na essência da filosofia (metafísica) | ||
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| + | § 4. A dubiedade no próprio filosofar: a incerteza quanto ao fato de a filosofia ser ou não ciência e proclamação de uma visão de mundo | ||
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| + | § 5. A dubiedade em nosso filosofar aqui e agora, na atitude do ouvinte e do Professor | ||
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| + | § 6. A verdade da filosofia e sua dubiedade | ||
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| + | § 7. A luta do filosofar contra a dubiedade insuperável de sua essência. A autonomia do filosofar como autonomia do acontecimento fundamental no ser-aí | ||
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| + | Terceiro Capítulo - Justificação da caracterização da pergunta pelo mundo, pela finitude e pela singularizaçâo, | ||
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| + | § 8. A palavra " | ||
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| + | § 9. As duas significações de physis em Aristóteles. A pergunta pelo ente na totalidade e a pergunta pela essencialidade (pelo ser) do ente como o duplo direcionamento da pergunta da prote phylosophia | ||
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| + | § 10. A formação das disciplinas escolares - lógica, física, ética - como a decadência do filosofar próprio | ||
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| + | § 11. A conversão da significação técnica de netá na palavra " | ||
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| + | § 12. As inconveniências inerentes ao conceito tradicional de metafísica | ||
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| + | § 13. O conceito de metafísica em Tomás de Aquino como comprovação histórica para os três momentos do conceito tradicional de metafísica | ||
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| + | § 14. O conceito de metafísica de Franz Suarez e o caráter fundamental da metafísica moderna | ||
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| + | § 15. Metafísica como o título para o problema fundamental da própria metafísica. O resultado da consideração prévia e a exigência de, a partir de um ser-tomado-por uma pergunta metafísica, | ||
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| + | PRIMEIRA PARTE - O DESPERTAR DE UMA TONALIDADE AFETIVA FUNDAMENTAL DE NOSSO FILOSOFAR | ||
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| + | Primeiro Capítulo - A tarefa do despertar de uma tonalidade afetiva fundamental e a indicação de uma tonalidade afetiva fundamental velada de nosso ser-aí atual | ||
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| + | § 16. Esclarecimento prévio acerca do sentido do despertar de uma tonalidade afetiva fundamental | ||
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| + | § 17. Caracterização prévia do fenômeno da tonalidade afetiva: tonalidade afetiva enquanto o modo fundamental do ser-aí, enquanto o que dota o ser-aí de consistência e possibilidade. O despertar da tonalidade afetiva enquanto apreensão do ser-aí enquanto ser-aí | ||
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| + | § 18. O asseguramento de nossa conjuntura atual e da tonalidade afetiva fundamental que a atravessa e domina como o pressuposto para o despertar desta tonalidade afetiva fundamental | ||
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| + | Segundo Capítulo A primeira forma do tédio: o ser-entediado por alguma coisa | ||
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| + | § 19. A questionabilidade do tédio. O despertar desta tonalidade afetiva fundamental enquanto um deixar acordar, enquanto a proteção ante o adormecimento | ||
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| + | § 20. A tonalidade afetiva fundamental do tédio, sua relação com o tempo e as três perguntas metafísicas sobre o mundo, sobre a finitude e sobre a singularização | ||
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| + | §21. Interpretação do tédio a partir do entediante. O entediante como o que detém e deixa vazio. Questionabilidade dos três esquemas de interpretação habituais: a relação de causa-efeito, | ||
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| + | § 22. Instrução metodológica para a interpretação do ser-entediado: | ||
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| + | § 23. O ser-entediado e o passatempo | ||
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| + | Terceiro Capítulo - A segunda forma do tédio: o entediar-se junto a algo e o passatempo correspondente | ||
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| + | § 24. O entediar-se junto a algo e o modo do passatempo a ele subordinado | ||
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| + | § 25. Distinção contrastiva da segunda forma do tédio diante da primeira a partir dos momentos essenciais da retenção e da serenidade vazia | ||
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| + | § 26. A unidade de fundo dos dois momentos estruturais do entediar-se como fundada em um trazer à estagnação o tempo tomado, sendo este trazer à estagnação simultaneamente presentificador. O emergir do tédio a partir da temporalidade do ser-aí em sua temporalização | ||
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| + | § 27. Caracterização definitiva do entediar-se junto a algo: a peculiaridade do passatempo que lhe pertence como a entrada em cena do entediante a partir do ser-aí mesmo | ||
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| + | § 28. O tomar-se mais profundo da segunda forma do tédio diante da primeira | ||
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| + | Quarto Capítulo - A terceira forma do tédio: o tédio profundo enquanto o "é entediante para alguém" | ||
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| + | § 29. Pressupostos para penetrar na essência do tédio e do tempo: a colocação em questão da concepção do homem como consciência e o abrir-se por ela mesma da profundidade da essência do tédio | ||
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| + | § 30. O fato de o passatempo não ser mais admitido permite a compreensão do tédio profundo em sua supremacia. O ser-obrigado a uma escuta do que o tédio profundo nos dá a entender | ||
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| + | §31. Interpretação concreta do tédio profundo sob o fio condutor da serenidade vazia e da retenção | ||
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| + | § 32. O caráter temporal do tédio profundo | ||
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| + | § 33. A significação essencial da palavra " | ||
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| + | § 34. Definição sintética do tédio profundo como indicação acentuada para a interpretação do tédio e como preparação para a pergunta por um tédio profundo determinado de nosso ser-aí atual | ||
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| + | § 35. A temporalidade em um modo determinado de sua temporalização como o propriamente entediante do tédio | ||
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| + | § 36. A avaliação vulgar do tédio e a repressão do tédio profundo | ||
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| + | Quinto Capítulo - A pergunta sobre um tédio profundo determinado enquanto a tonalidade afetiva fundamental de nosso ser-aí atual | ||
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| + | § 37. Retomada da pergunta sobre um tédio profundo enquanto a tonalidade afetiva fundamental de nosso ser-aí | ||
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| + | § 38. A pergunta sobre o tédio profundo determinado na direção da serenidade vazia específica e da retenção específica | ||
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| + | SEGUNDA PARTE - O QUESTIONAMENTO REAL DAS PERGUNTAS METAFÍSICAS A SEREM DESENVOLVIDAS A PARTIR DA TONALIDADE AFETIVA FUNDAMENTAL DO TÉDIO PROFUNDO. A PERGUNTA "O QUE É MUNDO?" | ||
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| + | Primeiro Capítulo - As perguntas metafísicas a serem desenvolvidas a partir da tonalidade afetiva fundamental do tédio profundo | ||
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| + | § 39. As perguntas sobre mundo, singularização e fmitude como o que a tonalidade afetiva fundamental do tédio profundo de nosso ser-aí atual dá a perguntar. A essência do tempo como a raiz das três perguntas | ||
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| + | § 40. O modo como precisam ser formuladas as três questões | ||
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| + | § 41. O cerco feito às três perguntas pelo saudável entendimento humano e pela tradição | ||
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| + | Segundo Capítulo - O começo do questionamento metafísico com a pergunta sobre mundo. O caminho da investigação e suas dificuldades | ||
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| + | § 42. O caminho da consideração comparativa de três teses diretrizes: a pedra é sem mundo, o animal é pobre de mundo e o homem é formador de mundo | ||
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| + | § 43. Dificuldade fundamental de conteúdo e de método em relação à determinação da essência e da acessibilidade da vida | ||
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| + | § 44. Recapitulação e uma nova introdução depois das férias; metafísica como um questionamento que se movimenta no cerne do conceito; despertar da tonalidade afetiva fundamental do tédio profundo; as perguntas metafísicas a serem desenvolvidas a partir da tonalidade afetiva fundamental. Diretivas para a compreensão correta do discurso acerca da tonalidade afetiva do filosofar | ||
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| + | Terceiro Capítulo - O começo da consideração comparativa a partir da tese intermediária: | ||
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| + | § 45. O caráter proposicional da tese e a relação entre metafísica e ciência positiva | ||
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| + | § 46. A tese "o animal é pobre de mundo" em relação com a tese "o homem é formador de mundo" | ||
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| + | § 47. A tese "o animal é pobre de mundo" em relação à tese "a pedra é sem mundo" | ||
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| + | § 48. O animal em seu ter e não-ter mundo: a conquista de uma base de sustentação para a clarificação do conceito de mundo | ||
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| + | Quarto Capítulo - Iluminação da essência da pobreza de mundo do animal sobre o caminho da pergunta acerca da essência da animalidade, | ||
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| + | § 49. A pergunta metodológica sobre a possibilidade de transpor-se para o interior de um outro ente (animal, pedra, homem) como a questão concreta sobre o modo de ser deste ente | ||
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| + | § 50. O ter e o não-ter mundo como poder-conceder a transposição e como precisar-recusar um acompanhamento. Pobreza (privação) como não-ter em meio ao poder-ter | ||
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| + | §51. Começo de uma elucidação da essência do organismo | ||
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| + | § 52. A pergunta sobre a essência do órgão como a pergunta sobre o caráter de possibilidade próprio ao que pode fazer o animal. A serventia do utensílio como prontidão para algo. A utilidade do órgão como aptidão para algo | ||
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| + | § 53. A conexão concreta entre o ser-apto e o órgão que lhe é pertinente. Nesta conexão, o órgão está a serviço da aptidão, diferentemente da serventia do utensílio | ||
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| + | § 54. O que é apto traz consigo suas regras. Em contrapartida, | ||
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| + | § 55. O questionamento do desempenho do órgão posto a serviço: a colocação da questão a partir da aptidão que possui uma ligação com o serviço | ||
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| + | § 56. Elucidação ainda mais incisiva da essência até aqui clarificada da aptidão em função da determinação da essência (do caráter de totalidade) do organismo: a propriedade como modo de ser do animal sob a modalidade de ser da apropriação de si | ||
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| + | § 57. O organismo como o ser dotado de aptidões que se articula em aptidões criadoras de órgãos - o organismo como modo de ser da propriedade criadora de órgãos que surge a partir de uma tal dotação | ||
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| + | § 58. Comportamento e perturbação do animal | ||
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| + | § 59. Elucidação da estrutura do comportamento por sobre um caminho concreto: o estar-em-relação-a próprio ao comportamento animal em contraposição ao estar-em-relação-a próprio ao agir humano | ||
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| + | § 60. Abertura do comportamento e da perturbação. A que é que o animal se encontra ligado? | ||
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| + | §61. Delimitação conclusiva do conceito essencial de organismo | ||
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| + | Quinto Capítulo - Desdobramento da tese diretriz "o animal é pobre de mundo" a partir da interpretação conquistada da essência do organismo | ||
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| + | § 62. O estar-aberto na perturbação como um não-ter-mundo em meio à posse do elemento desinibidor | ||
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| + | § 63. auto-objeção à tese segundo a qual o fato de o animal não ter mundo aponta para uma privação e uma pobreza do animal. Enfraquecimento subsequente desta objeção | ||
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| + | Sexto Capítulo - Exposição temática do problema do mundo por sobre o caminho da discussão da tese "o homem é formador de mundo" | ||
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| + | § 64. Primeiros caracteres do fenômeno do mundo: a abertura do ente enquanto ente e o " | ||
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| + | § 65. A abertura indistinta dos diferentes gêneros de ente enquanto entes simplesmente dados e o adormecimento das relações fundamentais do ser-aí com o ente na cotidianidade | ||
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| + | § 66. A abertura própria à natureza vivente e o ser-transposto do ser-aí para o interior do contexto do círculo envoltório do vivente como a relação fundamental característica com ele. A multiplicidade dos gêneros do ser, sua possivel unidade e o problema do mundo | ||
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| + | § 67. A pergunta sobre o acontecimento da abertura como o ponto de partida para a pergunta sobre o mundo. Retomo à pergunta sobre a formação do mundo e sobre o mundo na direção trazida à tona pela interpretação do tédio profundo | ||
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| + | § 68. Circunscrição provisória do conceito de mundo: mundo como a abertura do ente enquanto tal na totalidade; clarificação geral da formação de mundo | ||
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| + | § 69. Primeira interpretação formal do " | ||
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| + | § 70. Reflexão metodológica de princípio para a compreensão de todos os problemas e conceitos metafísicos. Duas formas fundamentais de má interpretação destes problemas e conceitos | ||
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| + | § 71. A tarefa do retomo à dimensão originária do " | ||
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| + | § 72. A caracterização da proposição enunciativa (logos apophantikos) em Aristóteles | ||
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| + | § 73. Retomo ao fundamento da possibilidade do todo da estrutura do enunciado | ||
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| + | § 74. Formação de mundo como acontecimento fundamental no ser-aí. A essência como a vigência do mundo | ||
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| + | § 75. O "na totalidade" | ||
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| + | § 76. O projeto como estrutura originária do acontecimento fundamental triplamente caracterizado da formação do mundo. A vigência do mundo como a vigência do ser do ente na totalidade em meio ao projeto do mundo, que deixa viger | ||
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| + | APÊNDICE - A EUGEN FINK PELO SEU SEXAGÉSIMO ANIVERSÁRIO | ||
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