obra:ga27:verdade-cientifica-166a167
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| obra:ga27:verdade-cientifica-166a167 [02/09/2026 20:31] – created - external edit 127.0.0.1 | obra:ga27:verdade-cientifica-166a167 [04/09/2026 13:43] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ===== VERDADE CIENTÍFICA (166-167) ===== | ||
| + | Com que direito decretamos simplesmente que o mito é uma superstição (Aberglaube)? | ||
| + | |||
| + | Assim, a verdade científica não é nem a única espécie de verdade nem a mais elevada. Mesmo a essência dessa verdade não pode consistir no fato de que uma gama supremamente numerosa de fatos se torne manifesta e em que a determinação desses fatos comporte em si um grau mais elevado de exatidão. Por meio de tais comparações, | ||
| + | |||
| + | De que outro modo, porém, podemos lançar luz sobre a essência da ciência e do ser-aí científico? | ||
| + | |||
| + | No entanto, a ciência não é apenas um mero modo de comportamento. Ao contrário, ela é uma possível postura fundamental da existência humana, um βίος, um θεωρετικός βίος. Como a partir desse ponto não é determinada apenas a ideia da ciência ocidental, mas também essencialmente a ideia da filosofia, precisamos discutir mais exatamente o que a Antiguidade compreendia por essa ideia — ainda que aqui, naturalmente, | ||
| + | |||
| + | (HEIDEGGER, Martin. Introdução à Filosofia. Tr. Marco Antonio Casanova. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p. 176-178) | ||
| + | |||
| + | |||
| + | |||
| + | {{tag> | ||
