obra:ga24:weltanschauung-5a7
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| + | ===== WELTANSCHAUUNG (5-7) ===== | ||
| + | <tabbox Casanova> | ||
| + | Em meio à discussão da diferença entre filosofia científica e filosofia como visão de mundo, é conveniente começar pelo conceito que foi por último nomeado, e, em verdade, pelo termo “visão de mundo” (Weltanschauung). Esse termo em alemão não é nenhuma tradução oriunda do grego ou do latim, por exemplo. Não há uma expressão como κοσμοθεωρία. Ao contrário, Weltanschauung (visão de mundo) é uma cunhagem especificamente alemã. Além disso, ela foi criada de fato no interior da filosofia. É na Crítica da faculdade de julgar de Kant que ela vem à tona pela primeira vez em sua significação natural: a visão de mundo é aí pensada como uma contemplação do mundo dado sensivelmente, | ||
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| + | A visão de mundo não é questão de um saber teórico, nem no que diz respeito à sua origem nem em relação ao seu uso. Ela não é retida na memória como um bem cognitivo, mas é antes questão de uma convicção coerente que determina de modo mais ou menos expresso e direto as ações e as transformações da vida. Segundo o seu sentido, a visão de mundo está ligada ao respectivo ser-aí atual. Nessa ligação com o ser-aí, ela funciona como um guia e como uma força para ele em suas preocupações imediatas. Quer a visão de mundo seja determinada por superstições e preconceitos, | ||
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| + | <tabbox García Norro> | ||
| + | En la exposición de la diferencia entre la filosofía científica y la filosofía como concepción del mundo es conveniente comenzar con el último concepto mencionado y, en primer lugar, con la expresión «concepción del mundo» (Weltanschauung). Esta palabra no tiene traducción, | ||
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| + | La concepción del mundo no es asunto de un saber teorético, ni por lo que respecta a su origen ni por lo tocante a su uso. No se la conserva en la memoria como un conocimiento (Wissensgut), | ||
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| + | <tabbox Original> | ||
| + | bei der Erörterung des Unterschieds von wissenschaftlicher Philosophie und Weltanschauungsphilosophie gehen Wir passend vom letztgenannten Begriff aus, und zwar Zunächst vom Wortbegriff »Weltanschauung«. Dieses Wort ist keine Übersetzung etwa aus dem Griechischen oder Lateinischen. Einen Ausdruck Wie κοσμοθεωρία gibt es Nicht, sondern das Wort ist eine spezifisch deutsche Prägung, und zwar wurde es innerhalb der Philosophie geprägt. Es taucht zuerst in Kants »Kritik der Urteilskraft« in seiner natürlichen Bedeutung auf: Weltanschauung im Sinne von Betrachtung der sinnlich (6) Gegebenen Welt oder, wie Kant sagt, des mundus sensibilis, Weltanschauung als schlichte Auffassung der Natur im weitesten Sinne. So Gebrauchen das Wort dann Goethe und Alexander von Humboldt. Dieser Gebrauch stirbt in den dreißiger Jahren des vorigen Jahrhunderts ab unter dem Einfluß einer neuen Bedeutung, die dem Ausdruck »Weltanschauung« durch die Romantiker, in erster Linie durch Schelling, gegeben wurde. Schelling sagt in der »Einleitung zu dem Entwurf eines Systems der Naturphilosophie« (1799): »Die Intelligenz ist auf doppelte Art, entweder blind und bewußtlos, oder frei und mit Bewußtsein produktiv; bewußtlos produktiv in der Weltanschauung, | ||
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| + | Die Weltanschauung ist nicht Sache eines theoretischen Wissens, weder hinsichtlich Ihres Ursprungs noch bezüglich ihres Gebrauchs. Sie wird nicht einfach wie ein Wissensgut im Gedächtnis behalten, sondern sie ist Sache einer zusammenhaltenden Überzeugung, | ||
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