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obra:etem:et21

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 No contexto de uma primeira caracterização do ser-em (cf. § 12 (ET12)), a presença teve de ser delimitada frente a um modo de ser no espaço, que denominamos interioridade. Esta significa: um ser constituído em si mesmo pela extensão está cercado pelos limites extensos de alguma coisa extensa. O ente interior e a cerca são ambos simplesmente dados no espaço. A recusa de uma tal interioridade da presença num continente espacial não significa, contudo, excluir em princípio toda espacialidade da presença. Trata-se apenas de deixar livre o caminho para se perceber a espacialidade essencial da presença. É esta agora que deve ser explicitada. Como, porém, o ente intramundano está igualmente no espaço, também a sua essa parcialidade acha-se numa ligação ontológica com o mundo. Por isso, deve-se determinar em que sentido o espaço é um constitutivo do mundo que, por sua vez, foi caracterizado como momento estrutural de ser-no-mundo. De modo especial, há de se mostrar como o circundante do mundo circundante, a espacialidade específica do próprio ente que vem ao encontro no mundo circundante, funda-se na mundanidade do mundo e não o contrário, isto é, que o mundo seria simplesmente dado no espaço. A investigação da espacialidade da presença e da determinação espacial do mundo parte de uma análise do manual intramundano no espaço. Essa consideração percorre três etapas: 1. A espacialidade do manual intramundano (§ 22 (ET22)); 2. A espacialidade do ser-no-mundo (§ 23 (ET23)); 3. A espacialidade da presença e o espaço (§ 24 (ET24)). No contexto de uma primeira caracterização do ser-em (cf. § 12 (ET12)), a presença teve de ser delimitada frente a um modo de ser no espaço, que denominamos interioridade. Esta significa: um ser constituído em si mesmo pela extensão está cercado pelos limites extensos de alguma coisa extensa. O ente interior e a cerca são ambos simplesmente dados no espaço. A recusa de uma tal interioridade da presença num continente espacial não significa, contudo, excluir em princípio toda espacialidade da presença. Trata-se apenas de deixar livre o caminho para se perceber a espacialidade essencial da presença. É esta agora que deve ser explicitada. Como, porém, o ente intramundano está igualmente no espaço, também a sua essa parcialidade acha-se numa ligação ontológica com o mundo. Por isso, deve-se determinar em que sentido o espaço é um constitutivo do mundo que, por sua vez, foi caracterizado como momento estrutural de ser-no-mundo. De modo especial, há de se mostrar como o circundante do mundo circundante, a espacialidade específica do próprio ente que vem ao encontro no mundo circundante, funda-se na mundanidade do mundo e não o contrário, isto é, que o mundo seria simplesmente dado no espaço. A investigação da espacialidade da presença e da determinação espacial do mundo parte de uma análise do manual intramundano no espaço. Essa consideração percorre três etapas: 1. A espacialidade do manual intramundano (§ 22 (ET22)); 2. A espacialidade do ser-no-mundo (§ 23 (ET23)); 3. A espacialidade da presença e o espaço (§ 24 (ET24)).
  
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