husserliana:fink:proximidade:relacao-ao-mundo
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| + | ====== RELAÇÃO AO MUNDO E COMPREENSÃO DO SER ====== | ||
| + | (EF1994: | ||
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| + | ==== Proximité et distance ==== | ||
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| + | === Rapport au monde et compréhension de l’être === | ||
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| + | * A definição do conceito de " | ||
| + | * A enumeração dos elementos pressupostos na experiência: | ||
| + | * A suspensão da questão da origem a priori ou empírica deste arsenal conceptual. | ||
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| + | * A caracterização do trabalho histórico da filosofia europeia na sistematização da compreensão explícita e articulada do ser. | ||
| + | * A listagem dos tipos de conceitos pertencentes a esta compreensão: | ||
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| + | * A fundamentação da auto-compreensão humana na abertura ao mundo e na consideração de "tudo o que é". | ||
| + | * A afirmação: | ||
| + | * A rejeição de um " | ||
| + | * A descrição das dimensões da auto-compreensão: | ||
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| + | * A tese fundamental sobre a precedência das relações originárias com o mundo face às teses filosóficas explícitas. | ||
| + | * A afirmação: | ||
| + | * A questão central: "De que natureza são os projetos do mundo, os horizontes da compreensão do mundo que preparam e fundam as explicitações ontológicas expressas?" | ||
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| + | * A análise da orientação fundamental da tese platônico-aristotélica do ser, baseada no fenômeno mundano da luz e na relação contemplativa com o mundo. | ||
| + | * A descrição do papel da luz: "deixa aparecer e brilhar, traz clareza e dia, põe em relevo e ex-põe as formas, os aspectos, as figuras no recorte preciso da sua impressão, acentua os limites das coisas singulares" | ||
| + | * A função da luz na articulação conceptual: "Na luz não se iluminam apenas as coisas elas mesmas, mas também as suas semelhanças e as suas diferenças, | ||
| + | * A identificação do " | ||
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| + | * A crítica à superestimação do momento luminoso na visão platônica do mundo e suas consequências ontológicas. | ||
| + | * A acusação: " | ||
| + | * A equação especulativa problemática: | ||
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| + | * A proposta de alargamento da compreensão do ser através de modelos provenientes de outras dimensões da existência humana. | ||
| + | * A menção de modos " | ||
| + | * A interrogação: | ||
| + | * A constatação: | ||
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| + | * A análise do papel dominante da linguagem na compreensão do ser e a possibilidade de um pensamento contra a linguagem. | ||
| + | * A descrição da onipresença da linguagem: "Cada um encontra-se já de antemão na linguagem — esta pensa previamente desde há muito tempo, antes que um indivíduo comece a pensar por si mesmo e de modo autônomo" | ||
| + | * A afirmação da pertença do pensamento à linguagem: "O pensamento pertence à linguagem, não pode se desdobrar senão no seu espaço de sentido" | ||
| + | * A possibilidade de resistência: | ||
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| + | * A exploração de fenômenos co-existenciais específicos como vias de compreensão do ser: a guerra, o trabalho, o Eros, o jogo e a morte. | ||
| + | * A guerra como modelo ontológico: | ||
| + | * O trabalho como fenômeno de humanização: | ||
| + | * O reconhecimento do Eros, do jogo e da morte como modos de explicitação do mundo. | ||
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| + | * A problematização da acusação de " | ||
| + | * A questão crítica: "O homem não tem em primeiro lugar senão uma imagem de si que projeta depois de maneira enganadora sobre as coisas, ou a sua compreensão de si tem ela lugar num laço indissolúvel com uma compreensão das coisas, dos campos de coisas e do mundo?" | ||
| + | * A proposta de simetria: " | ||
| + | |||
| + | * A descrição do processo fundamental de " | ||
| + | * A definição: | ||
| + | * A rejeição da primazia da visão: "O homem não é primeiro um ser que olha e que depois age; ele existe na unidade da visão e da ação, na unidade da compreensão do ser e da realização efetiva do ser". | ||
| + | * A negação da posição de espectador extra-mundano: | ||
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| + | * A conclusão sobre a multiplicidade de vias de compreensão do ser que se exprimem nas " | ||
| + | * A referência à proposição aristotélica: | ||
| + | * A extensão desta multiplicidade para além das categorias: "Para além disso, o ente é no entanto também vivido, no horizonte do mundo, em vias de compreensão que se expõem na ' | ||
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| + | //FINK, Eugen. Proximité et distance: essais et conférences phénoménologiques. Grenoble: Millon, 1994.// | ||
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