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estudos:zubiri:2012-265-267-compreensao

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-====== Zubiri (2012:265-267) – Compreensão ======+====== Compreensão (2012:265-267) ======
  
 Compreender não é mero apreender, mas abarcar algo. Aqui compreender tem o sentido etimológico de comprehendere. A compreensão é o que vai constituir o modo de a coisa real estar presente novamente. É uma circunscrição periférica, por assim dizer, da apreensão primordial do real. Nesta compreensão da coisa real, fica incorporado a ela o que realmente é; o fóton fica incorporado à cor verde. E esta incorporação tem um nome preciso: é compreensão: compreendemos e não somente apreendemos o verde real. Aqui a palavra “compreensão” não tem o sentido etimológico, mas o sentido corrente em nosso idioma atual: entender algo. A “com-preensão” da coisa real, desde a intelecção do que realmente é, faz-nos compreender o que a dita coisa real é. O “re” da re-atualização e seu pertencer ao real já atualizado em apreensão primordial são ser “compreensão”. O ato unitário desta intelecção é, pois, compreensão. Compreender não é mero apreender, mas abarcar algo. Aqui compreender tem o sentido etimológico de comprehendere. A compreensão é o que vai constituir o modo de a coisa real estar presente novamente. É uma circunscrição periférica, por assim dizer, da apreensão primordial do real. Nesta compreensão da coisa real, fica incorporado a ela o que realmente é; o fóton fica incorporado à cor verde. E esta incorporação tem um nome preciso: é compreensão: compreendemos e não somente apreendemos o verde real. Aqui a palavra “compreensão” não tem o sentido etimológico, mas o sentido corrente em nosso idioma atual: entender algo. A “com-preensão” da coisa real, desde a intelecção do que realmente é, faz-nos compreender o que a dita coisa real é. O “re” da re-atualização e seu pertencer ao real já atualizado em apreensão primordial são ser “compreensão”. O ato unitário desta intelecção é, pois, compreensão.
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