estudos:tugendhat:tugendhat-198629-30-critica-a-metafora-em-filosofia
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| - | ===== TUGENDHAT | + | ===== CRÍTICA À METÁFORA EM FILOSOFIA |
| Encontramos um ponto de partida completamente diferente em Wittgenstein. O último Wittgenstein — e teremos de lidar apenas com ele — inicia uma nova linha de reflexão sobre a natureza do significado de nossas expressões linguísticas e, portanto, sobre o que significa entender uma expressão linguística. E a rejeição de Wittgenstein do segundo e do terceiro modelos deve ser entendida nesse contexto. Com exceção de nomes e pronomes, as expressões linguísticas não representam objetos. Portanto, a forma de revelação (Erschlossenheit), | Encontramos um ponto de partida completamente diferente em Wittgenstein. O último Wittgenstein — e teremos de lidar apenas com ele — inicia uma nova linha de reflexão sobre a natureza do significado de nossas expressões linguísticas e, portanto, sobre o que significa entender uma expressão linguística. E a rejeição de Wittgenstein do segundo e do terceiro modelos deve ser entendida nesse contexto. Com exceção de nomes e pronomes, as expressões linguísticas não representam objetos. Portanto, a forma de revelação (Erschlossenheit), | ||
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