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| estudos:krell:krell-1994363-compreensao-de-ser [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1 | estudos:krell:krell-1994363-compreensao-de-ser [26/01/2026 20:21] (current) – mccastro |
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| ===== KRELL (1994:363) – COMPREENSÃO DE SER ===== | ===== COMPREENSÃO DE SER (1994:363) ===== |
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| O esquecimento parece selar o destino do Dasein, como não necessitado, não ouvido. Tal como o rebanho de vacas a pastar e a criança a brincar de Nietzsche, tal como o macaco de Kafka a vaguear pela floresta tropical antes de ser capturado pela trupe do circo, o Dasein esquecido é indiferente à questão do ser. Uma notável complacência (Bedürfnislosigkeit) rodeia a questão com um nevoeiro impenetrável; uma notável falta de necessidade (Unbedürftigkeit) caracteriza o "eles" nas suas preocupações quotidianas (SZ 177, 189). A tradição filosófica mostra esta complacência ao negligenciar a questão do ser (21, 46); é como se também os filósofos fossem substâncias estendidas cartesianas (92), mais parecidas com pedras e animais indiferentes e sem mente do que com pensadores vitais. | O esquecimento parece selar o destino do Dasein, como não necessitado, não ouvido. Tal como o rebanho de vacas a pastar e a criança a brincar de Nietzsche, tal como o macaco de Kafka a vaguear pela floresta tropical antes de ser capturado pela trupe do circo, o Dasein esquecido é indiferente à questão do ser. Uma notável complacência (Bedürfnislosigkeit) rodeia a questão com um nevoeiro impenetrável; uma notável falta de necessidade (Unbedürftigkeit) caracteriza o "eles" nas suas preocupações quotidianas (SZ 177, 189). A tradição filosófica mostra esta complacência ao negligenciar a questão do ser (21, 46); é como se também os filósofos fossem substâncias estendidas cartesianas (92), mais parecidas com pedras e animais indiferentes e sem mente do que com pensadores vitais. |