estudos:ingarden:ingarden-1979-estrutura-do-livro
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| + | ====== Estrutura do Livro (1979) ====== | ||
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| + | //Data: 2022-03-22 21:42// | ||
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| + | Roman Ingarden | ||
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| + | * Prefácio | ||
| + | * Prefácio da segunda edição | ||
| + | * Prefácio da terceira edição | ||
| + | * PRIMEIRA PARTE: QUESTÕES PRÉVIAS | ||
| + | * § 1. Introdução | ||
| + | * Capítulo 1. Problemas do ponto de partida | ||
| + | * § 2. Delimitação provisória do âmbito dos exemplos | ||
| + | * § 3. O problema do modo de ser da obra literária | ||
| + | * § 4. As concepções psicologistas e o problema da identidade da obra literária | ||
| + | * § 5. A obra literária como «objeto da imaginação» | ||
| + | * Capítulo 2. Eliminação das formações não pertencentes à estruturação da obra literária | ||
| + | * § 6. Delimitação do tema | ||
| + | * § 7. O que não pertence à obra literária? | ||
| + | * SEGUNDA PARTE: ESTRUTURAÇÃO DA OBRA LITERÁRIA | ||
| + | * Capítulo 3. Estrutura fundamental da obra literária | ||
| + | * § 8. A obra literária como produção multistratificada | ||
| + | * Capítulo 4. O estrato das formações fônico-linguísticas | ||
| + | * § 9. A palavra isolada e o seu fonema significativo | ||
| + | * § 10. Diversos tipos de fonemas significativos e suas funções | ||
| + | * § 11. Formações fônico-linguísticas de ordem superior e suas características | ||
| + | * § 12. O âmbito das formações fônico-linguísticas pertencentes à obra literária | ||
| + | * § 13. A função do estrato fônico-linguístico na estruturação da obra literária | ||
| + | * Capítulo 5. O estrato das unidades de significação | ||
| + | * § 14. Nota prévia | ||
| + | * § 15. Os elementos de significação da palavra | ||
| + | * a) A significação dos nomes | ||
| + | * b) A diferença entre nomes e palavras funcionais | ||
| + | * c) A significação do verbo finito | ||
| + | * § 16. Estado atual e potencial da significação da palavra | ||
| + | * § 17. As significações das palavras como elementos da frase e as suas transformações correspondentes | ||
| + | * § 18. Significações de palavras, frases e períodos como produtos de operações subjectivas | ||
| + | * § 19. Característica geral da frase | ||
| + | * § 20. O objeto puramente intencional de um simples ato intencional | ||
| + | * § 21. Os correlatos pura e derivadamente intencionais das unidades de significação | ||
| + | * § 22. O correlato puramente intencional da frase | ||
| + | * § 23. Conexões de frases. As unidades superiores de sentido que nelas se constituem | ||
| + | * § 24. Os correlatos puramente intencionais das unidades de sentido de ordem superior que se constituem em frases conexas | ||
| + | * § 25. O caráter quase-judicativo das frases enunciativas que aparecem numa obra literária | ||
| + | * § 25a. Não haverá quase-juízos na obra de arte literária? | ||
| + | * § 26. Modificação análoga de frases de outros tipos | ||
| + | * Capítulo 6. A função do estrato das unidades de significação na obra literária. A função apresentativa dos correlatos puramente intencionais da frase | ||
| + | * § 27. Distinção das diversas funções das frases e das suas conexões | ||
| + | * § 28. A função de projeção das frases, relações objectivas e a sua relação com as objectividades apresentadas | ||
| + | * § 29. A função apresentativa e a expositiva das relações objectivas | ||
| + | * § 30. Outros modos de apresentação por relações objectivas | ||
| + | * § 31. A função das unidades de significação como material especial na estruturação da obra literária | ||
| + | * Capítulo 7. O estrato das objectividades apresentadas | ||
| + | * § 32. Recapitulação e introdução | ||
| + | * § 33. O aspecto de realidade dos objetos apresentados | ||
| + | * § 34. O espaço apresentado e o «espaço da representação» | ||
| + | * § 35. Modos diversos da orientação espacial das objectividades apresentadas | ||
| + | * § 36. O tempo apresentado e as perspectivas do tempo | ||
| + | * § 37. A função de reprodução e de representação dos objetos apresentados | ||
| + | * § 38. Os pontos de indeterminação das objectividades apresentadas | ||
| + | * Capítulo 8. O estrato dos aspectos esquematizados | ||
| + | * § 39. Introdução | ||
| + | * § 40. A coisa percepcionada e os aspectos concretos da percepção | ||
| + | * § 41. Os aspectos esquematizados | ||
| + | * § 42. Os aspectos esquematizados em obras literárias | ||
| + | * § 43. Os «aspectos internos» dos próprios atos psíquicos e das qualidades características como elementos de obra literária | ||
| + | * Capítulo 9. A função do estrato dos aspectos esquematizados na obra literária | ||
| + | * § 44. A distinção das funções fundamentais dos aspectos esquematizados na obra literária | ||
| + | * § 45. A função determinante dos aspectos. A influência das diferenças entre os aspectos no caráter total da obra | ||
| + | * § 46. Qualidades decorativas e outras de relevância estética dos aspectos | ||
| + | * Capítulo 10. A função na obra de arte literária das objectividades apresentadas e a chamada «ideia» da obra | ||
| + | * § 47. Tem, porventura, o estrato objectivo uma função na obra de arte literária? | ||
| + | * § 48. Qualidades metafísicas (essencialidades) | ||
| + | * § 49. As qualidades metafísicas na obra de arte literária | ||
| + | * § 50. É a revelação das qualidades metafísicas realmente uma função do estrato objectivo? | ||
| + | * § 51. A função simbólica do estrato objectivo | ||
| + | * § 52. O problema da «verdade» e da «ideia» de uma obra de arte literária | ||
| + | * § 53. Conclusão da consideração dos estratos | ||
| + | * Capítulo 11. A ordenação da sequência na obra literária | ||
| + | * § 54. Introdução. Alteração ou destruição da obra pela inversão de ordem das suas partes | ||
| + | * § 55. O sentido da sequência das partes de uma obra literária | ||
| + | * TERCEIRA PARTE: ADITAMENTOS COMPLEMENTARES E CONSEQUÊNCIAS | ||
| + | * Capítulo 12. Observação dos casos-limite | ||
| + | * § 56. Introdução | ||
| + | * § 57. A peça de teatro | ||
| + | * § 58. O espetáculo cinematográfico | ||
| + | * § 59. A pantomima | ||
| + | * § 60. A obra científica. A simples informação | ||
| + | * Capítulo 13. A «vida» da obra literária | ||
| + | * § 61. Introdução | ||
| + | * § 62. As concretizações da obra literária e as vivências da sua apreensão | ||
| + | * § 63. A obra literária e as suas concretizações | ||
| + | * § 64. A «vida» da obra literária nas suas concretizações e as suas transformações como consequência das mutações destas | ||
| + | * Capítulo 14. A posição ôntica da obra literária | ||
| + | * § 65. Introdução | ||
| + | * § 66. A identidade intersubjectiva da frase e o fundamento ôntico do seu ser | ||
| + | * § 67. A identidade do estrato fônico-linguístico da obra literária | ||
| + | * Capítulo 15. Considerações finais sobre a obra de arte literária | ||
| + | * § 68. A obra de arte literária e a sua harmonia polifônica de qualidades de valor estético | ||
| + | * APÊNDICE | ||
| + | * Sobre as funções da linguagem no espetáculo teatral | ||
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| + | //INGARDEN, Roman. A Obra de Arte Literária. Tr. Albin E. Beau, Maria da Conceição Puga e João F. Barrento. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979// | ||
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