estudos:henry:gp:gp-73-74-espirito-mens
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| + | ====== Espírito ====== | ||
| + | //HENRY, Michel. Genealogia da psicanálise. O começo perdido. Tr. Rodrigo Vieira Marques. Curitiba: Editora UFPR, 2009, p. 73-74// | ||
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| + | **[[Videre videor]]** | ||
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| + | Desde a Regra I encontramos estes termos associados a outros que lhe são equivalentes: | ||
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| + | Mas tais considerações estão presentes apenas no fim da Meditação ou das Regras. A Primeira Meditação e o início da Segunda, todo o processo fenomenológico de elucidação que leva à posição do sum, ignora a definição de mens como intellectus, | ||
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| + | Do mesmo modo, uma tal definição é secretamente tributária de uma outra problemática que não a do cogito, problemática que reaparece no final da Segunda Meditação. A mens não é mais, então, examinada por Descartes em si mesma, na imediatidade de seu aparecer, mas como a condição do conhecimento do corpo, ou melhor, como a essência deste: “nós conhecemos o corpo tão-somente pela faculdade de entender (a solo intellectu) que se encontra em nós”((FA, | ||
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