estudos:guest:janus
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| + | ====== Janus ====== | ||
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| + | LDMH | ||
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| + | * Transformação do Ser no Acontecimento e a questão da //Kehre//. | ||
| + | * No final do Seminário sobre a conferência //Tempo e Ser//, sob a estranha designação //a transformação do Ser no Acontecimento [die Verwandlung des Seins ins Ereignis]//, | ||
| + | * Trata-se da //questão da Kehre//, na medida em que concerne a configuração do //caminho de 'Ser e Tempo' a 'Tempo e Ser' – e daí até Ereignis//. | ||
| + | * A lei de curvatura desse caminho é aquela ao longo da qual se cumpre a mutação (ou metamorfose) do Ser em // | ||
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| + | * As palavras // | ||
| + | * De cunho metafísico, | ||
| + | * Esta // | ||
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| + | * O retraimento do Ser e sua relação com as mutações epocais. | ||
| + | * Se a história da metafísica, | ||
| + | * Heidegger: //Entre as mutações epocais do Ser e o que dele é o retraimento [Entzug], deixa-se entrever uma relação [Verhältnis] que não é de causalidade. O que se pode dizer é que, quanto mais nos afastamos da aurora do pensamento ocidental, da aletheia, mais esta entra no esquecimento, | ||
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| + | * Distinção entre mutação metafísica e metamorfose em // | ||
| + | * Da acepção da // | ||
| + | * Aqui, não se trata mais de uma manifestação comparável à das diversas figuras metafísicas do Ser, e que lhes sucedeu – como uma nova figura. Isso quer dizer antes que o Ser – e com ele o conjunto de suas revelações epocais – está aí contido, na dispensação, | ||
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| + | * // | ||
| + | * É precisamente nessa articulação decisiva entre a // | ||
| + | * Heidegger: //Entre as figuras epocais do Ser e a transmutação [Verwandlung] do Ser no Ereignis, se encontra Ge-stell. O qual é como uma estação intermediária, | ||
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| + | * A ambiguidade de // | ||
| + | * // | ||
| + | * Haveria assim no //aître da técnica// – no coração de // | ||
| + | * Tal seria o //duplo aspecto// que oferece // | ||
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| + | * // | ||
| + | * Se // | ||
| + | * Este duplo aspecto é manifestamente aquele cuja dupla perspectiva é aberta pelo duplo rosto tradicionalmente atribuído pela religião romana arcaica à figura do deus Janus. | ||
| + | * // | ||
| + | * Um caminho indicado para conduzir à aproximação de // | ||
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| + | * A dupla significação de // | ||
| + | * Como já dizia //O Princípio de Identidade//: | ||
| + | * Conforme isso, diante da estranha ambiguidade do //aître da técnica planetária// | ||
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| + | * A imagem do //negativo fotográfico de Ereignis//. | ||
| + | * Heidegger sobrepõe à inquietante emblemática do deus Janus uma comparação não menos enigmática: | ||
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