estudos:figal:figal-2015-beleza-heidegger-e-gadamer
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| + | ===== BELEZA (2015) ===== | ||
| + | Com relação à arte, Heidegger e Gadamer falam menos de beleza e mais ainda de verdade. No que diz respeito à beleza, Heidegger limita-se à observação lacônica de que a beleza é “uma maneira pela qual a verdade (domina) como desvelamento” (GA5:43). A verdade é “a abertura do aberto” (48) que é “inserida” na obra pela arte. (49) Mas não se descobre a maneira como isso ocorre, nem como isso difere de outras formas de verdade. Em seu curso de palestras sobre Nietzsche, que Heidegger ministrou em 1936-37 e que, portanto, provavelmente foi escrito ao mesmo tempo que a versão posterior de “A Origem da Obra de Arte”, Heidegger elabora um pouco mais sobre o conceito de beleza. Seus pensamentos, | ||
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| + | As considerações de Gadamer sobre o conceito de beleza são mais extensas e mais precisas. No entanto, o que é revelador é que elas não se encontram na primeira parte de Verdade e Método (VM), que trata da arte, mas na terceira parte, cujo tema é “A linguagem como horizonte de uma ontologia hermenêutica”. Gadamer também se alia a Platão. No entanto, diferentemente de Heidegger, o belo para Gadamer não é aquilo que atrai e remete para além de si mesmo, mas aquilo que ilumina. Coisas belas são aquelas “cujo valor é autoiluminador”, | ||
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| + | (FIGAL, Günter. Aesthetics as phenomenology: | ||
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