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| + | ====== Guia Ser e Tempo I ====== | ||
| + | //ESCUDERO, J. A. Guía para la Lectura de Ser y Tiempo de Heidegger ( Vol. 1). Barcelona: Herder, Editorial S.A, 2016.// | ||
| + | **PRELÚDIO: | ||
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| + | * 1. RADIOGRAFIA DO PRESENTE: SER E TEMPO E O ESPÍRITO DE SUA ÉPOCA | ||
| + | * 2. SER E TEMPO E A TRADIÇÃO DO CUIDADO DE SI | ||
| + | * 3. BREVE CRÔNICA DE SER E TEMPO | ||
| + | * 4. UMA OBRA-PRIMA INACABADA E OS MOTIVOS DA VIRADA | ||
| + | * 5. HISTÓRIA DE UMA GÊNESE COMPLEXA | ||
| + | * 5.1 Anos anteriores de árduo trabalho | ||
| + | * 5.2 Os eixos do itinerário filosófico do jovem Heidegger | ||
| + | * 5.3 Do ser da vida fática ao ser em geral | ||
| + | * 5.4 Principais contribuições dos períodos de Friburgo e Marburgo | ||
| + | * 5.5 A questão de fundo: o caráter temporal do ser | ||
| + | * 6. POR QUE UM COMENTÁRIO QUASE NOVE DÉCADAS DEPOIS? FIO CONDUTOR E PROPÓSITO DESTE TRABALHO | ||
| + | * 7. SOBRE A FORMA DE CITAR AS OBRAS DE HEIDEGGER E OUTROS TEXTOS | ||
| + | * 8. ESTRUTURA E CONTEÚDO DESTE LIVRO | ||
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| + | **EXPOSIÇÃO: | ||
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| + | * O PROPÓSITO DE SER E TEMPO: TEMA, TAREFA, OBJETIVOS E MÉTODO | ||
| + | * 1. A experiência filosófica fundamental: | ||
| + | * 2. O prólogo de Ser e tempo: indicação do caminho a seguir | ||
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| + | **INTRODUÇÃO: | ||
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| + | * I. NECESSIDADE, | ||
| + | * § 1 As razões do esquecimento | ||
| + | * § 2 A estrutura formal da pergunta pelo ser | ||
| + | * § 3 A primazia ontológica da pergunta pelo ser: das ontologias regionais à ontologia fundamental | ||
| + | * § 4 A primazia ôntica da pergunta pelo ser | ||
| + | * II. A DUPLA TAREFA DA ELABORAÇÃO DA PERGUNTA PELO SER, O MÉTODO DA INVESTIGAÇÃO E O PLANO DA OBRA (§§ 5-8) | ||
| + | * § 5 A primeira tarefa de uma analítica existenciária: | ||
| + | * § 6 A segunda tarefa de uma destruição da história da ontologia | ||
| + | * § 7 O método da investigação: | ||
| + | * § 8 O plano do tratado | ||
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| + | **PRIMEIRA PARTE: A INTERPRETAÇÃO DO DASEIN A PARTIR DE SUA TEMPORALIDADE E A EXPLICAÇÃO DO TEMPO COMO HORIZONTE TRANSCENDENTAL DA PERGUNTA PELO SER** | ||
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| + | * PRIMEIRA SEÇÃO: A ANÁLISE PREPARATÓRIA DO DASEIN | ||
| + | * I. A EXPOSIÇÃO DA TAREFA DE UMA ANÁLISE PREPARATÓRIA DO DASEIN (§§ 9-11) | ||
| + | * § 9 O conceito, o desenvolvimento e o programa da analítica existenciária | ||
| + | * § 10 A analítica existenciária frente às ciências humanas | ||
| + | * § 11 Considerações em torno da cotidianidade e da primitividade | ||
| + | * II. O " | ||
| + | * § 12 A caracterização preliminar do fenômeno do " | ||
| + | * § 13 A questão epistemológica do conhecimento do mundo | ||
| + | * III. A MUNDANIDADE DO MUNDO (§§ 14-24) | ||
| + | * § 14 A ideia da mundanidade do mundo | ||
| + | * A. ANÁLISE DO MUNDO CIRCUNDANTE E DA MUNDANIDADE EM GERAL | ||
| + | * § 15 O ser do ente que comparece no mundo circundante: | ||
| + | * § 16 O mundo que se anuncia por meio dos entes intramundanos | ||
| + | * § 17 Remissão e signo | ||
| + | * § 18 Conformidade e significatividade | ||
| + | * B. CONFRONTO COM A INTERPRETAÇÃO CARTESIANA DO MUNDO | ||
| + | * § 19 A determinação do " | ||
| + | * § 20 O pressuposto ontológico da concepção cartesiana do " | ||
| + | * § 21 A discussão hermenêutica da ontologia cartesiana do " | ||
| + | * C. O MUNDO CIRCUNDANTE E A ESPACIALIDADE DO DASEIN | ||
| + | * § 22 A espacialidade própria dos utensílios intramundanos | ||
| + | * § 23 A espacialidade constitutiva do Dasein: afastamento e direcionalidade | ||
| + | * § 24 A espacialidade do Dasein e o espaço objetivo | ||
| + | * IV. OS OUTROS, O SI MESMO E O SUJEITO COTIDIANO: DO MUNDO CIRCUNDANTE AO MUNDO COMPARTILHADO (§§ 25-27) | ||
| + | * § 25 A pergunta existenciária: | ||
| + | * § 26 A coexistência dos outros e os modos de convivência com eles | ||
| + | * § 27 O ser si mesmo e o " | ||
| + | * V. O ESTAR-ENQUANTO TAL. A QUESTÃO DO AÍ DO DASEIN (§§ 28-38) | ||
| + | * § 28 A tarefa de uma análise temática do estar-em | ||
| + | * A. A CONSTITUIÇÃO EXISTENCIÁRIA DO AÍ | ||
| + | * § 29 O Dasein como disposição afetiva: a condição de lançado | ||
| + | * § 30 O medo como modo de disposição afetiva | ||
| + | * § 31 O Dasein como compreender: | ||
| + | * § 32 Compreensão e interpretação: | ||
| + | * § 33 O enunciado como modo derivado da interpretação: | ||
| + | * § 34 Discurso e linguagem | ||
| + | * B. O AÍ NA FORMA DA COTIDIANIDADE E A QUEDA DO DASEIN | ||
| + | * § 35 O discurso cotidiano: a falação | ||
| + | * § 36 O compreender cotidiano: a curiosidade | ||
| + | * § 37 A ambiguidade | ||
| + | * § 38 A queda e a condição de lançado | ||
| + | * VI. CUIDADO E ANGÚSTIA: A QUESTÃO DA TOTALIDADE ORIGINÁRIA DO DASEIN (§§ 39-44) | ||
| + | * § 39 A pergunta pela totalidade originária do todo estrutural do Dasein | ||
| + | * § 40 A disposição fundamental da angústia: um modo privilegiado de abertura do Dasein | ||
| + | * § 41 O ser do Dasein: o cuidado | ||
| + | * § 42 A autointerpretação do Dasein: Higínio e a fábula de Cura | ||
| + | * § 43 O problema da realidade | ||
| + | * § 44 O fenômeno da verdade: Dasein e estado de aberto | ||
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