estudos:dreyfus:dreyfus-1991-representacao-mental
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| + | ===== Representação Mental (1991) ===== | ||
| + | 2. Representação mental. À suposição clássica de que crenças e desejos fundamentam e explicam o comportamento humano, Descartes acrescenta que, para que possamos perceber, agir e, em geral, nos relacionar com objetos, deve haver algum conteúdo em nossas mentes — alguma representação interna — que nos permita direcionar nossas mentes para cada objeto. Esse “conteúdo intencional” da consciência foi investigado na primeira metade deste século por Husserl e, mais recentemente, | ||
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| + | Heidegger questiona a visão de que a experiência é sempre e basicamente uma relação entre um sujeito autônomo com conteúdo mental (o interior) e um objeto independente (o exterior). Heidegger não nega que às vezes nos experimentamos como sujeitos conscientes relacionados a objetos por meio de estados intencionais, | ||
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| + | O cognitivismo, | ||
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