estudos:braver:braver-2014172-174-livre-arbitrio
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| + | ===== LIVRE ARBÍTRIO (2014: | ||
| + | As decisões deliberadas só podem ir até certo ponto; elas precisam chegar ao fundo do poço em algo como um reflexo automático ou continuarão para sempre. As decisões devem empregar algum tipo de critério, alguma maneira de selecionar entre as opções. Mas, pergunta Heidegger, de onde vêm esses critérios? Por que usamos um conjunto em vez de outro? Se nossos critérios nos são simplesmente dados — por nossa biologia, sociedade, Deus ou o que quer que seja — então, pela lógica da autonomia, a decisão não é decisiva, não é realmente nossa decisão. Embora ninguém esteja me forçando a escolher o sorvete de chocolate em vez da couve-de-bruxelas, | ||
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| + | Para que o ato seja meu, parece que também preciso escolher ativamente os critérios. Mas como tomo essa decisão? Como determino quais considerações são primordiais: | ||
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| + | Heidegger argumenta que devemos confiar em algo como essas inclinações que não escolhi para poder agir, ficando do lado dos intelectualistas contra os voluntaristas no grande debate medieval sobre qual faculdade é decisiva na tomada de decisões. | ||
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| + | A inclinação, | ||
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| + | Se eu remover todas as inclinações — todas as preferências, | ||
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| + | (BRAVER, Lee. Heidegger. Thinking of Being. London: Polity Press, 2014) | ||
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