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obra:ga20:esquema-resumo

ESQUEMA-RESUMO

tradução

  • § 1. Natureza e história como domínios de objetos para as ciências
  • § 2. Prolegômenos a uma fenomenologia da história e da natureza sob o fio condutor da história do conceito de tempo
  • § 3. Esboço do curso

** PARTE PRELIMINAR — SENTIDO E TAREFA DA PESQUISA FENOMENOLÓGICA **

** Capítulo Primeiro — Surgimento e primeira irrupção da pesquisa fenomenológica **

  • § 4. A situação da filosofia na segunda metade do século XIX. A filosofia e as ciências
    • a) A posição do positivismo
    • b) O neokantismo — a redescoberta de Kant na filosofia da ciência
    • c) Crítica ao positivismo — a exigência de Dilthey de um método autônomo para as ciências do espírito
    • d) A trivialização da problemática de Dilthey por Windelband e Rickert
    • e) A filosofia como «filosofia científica» — a psicologia como ciência fundamental da filosofia (a doutrina da consciência)

** Capítulo Segundo — As descobertas fundamentais da fenomenologia, seu princípio e o esclarecimento de seu nome **

  • § 5. A intencionalidade
    • a) A intencionalidade como estrutura das vivências: demonstração e primeiro esclarecimento
    • b) O equívoco de Rickert acerca da fenomenologia e da intencionalidade
    • c) A constituição fundamental da intencionalidade como tal
      • α) O percebido da percepção: o ente em si mesmo (coisa do mundo circundante, coisa natural, coisalidade)
      • β) O percebido da percepção: o como do ser-intencionado (o caráter de percebido do ente, o caráter de presença corporal)
      • γ) Primeira indicação do modo fundamental da intencionalidade como copertencimento de intentio e intentum
  • § 6. A intuição categorial
    • a) Visar intencional e preenchimento intencional
      • α) Identificação como preenchimento demonstrativo
      • β) Evidência como preenchimento identificador
      • γ) Verdade como identificação demonstrativa
      • δ) Verdade e ser
    • b) Intuição e expressão
      • α) Expressão de percepções
      • β) Atos simples e atos escalonados
    • c) Atos de síntese
    • d) Atos de ideação
      • α) Rejeição de equívocos
      • β) O significado dessa descoberta
  • § 7. O sentido originário do a priori
  • § 8. O princípio da fenomenologia
    • a) O significado da máxima «às coisas mesmas»
    • b) A autocompreensão da fenomenologia como descrição analítica da intencionalidade em seu a priori
  • § 9. Esclarecimento do nome «fenomenologia»
    • a) Esclarecimento do sentido originário dos componentes do nome
      • α) O sentido originário de fenômeno
      • β) O sentido originário de logos (logos apofântico e logos semântico)
    • b) Determinação da unidade de significado assim obtida e da pesquisa que lhe corresponde
    • c) Rejeição de alguns equívocos típicos acerca da fenomenologia decorrentes de seu nome

** Capítulo Terceiro — O primeiro desenvolvimento da pesquisa fenomenológica e a necessidade de uma reflexão radical nela mesma e a partir dela mesma **

  • § 10. Elaboração do campo temático: a determinação fundamental da intencionalidade
    • a) Explicitação da delimitação do campo temático da fenomenologia e fixação dos horizontes de trabalho em Husserl e Scheler
    • b) Reflexão fundamental sobre a estrutura regional do campo em sua originalidade: elaboração da consciência pura como região autônoma do ser
  • § 11. Crítica imanente da pesquisa fenomenológica: discussão crítica das quatro determinações da consciência pura
    • a) A consciência é ser imanente
    • b) A consciência é ser absoluto no sentido de doação absoluta
    • c) A consciência é absolutamente dada no sentido de «nulla re indiget ad existendum»
    • d) A consciência é ser puro
  • § 12. Demonstração da omissão da questão acerca do ser do intencional como campo fundamental da pesquisa fenomenológica
  • § 13. Demonstração da omissão da questão acerca do sentido do próprio ser e do ser do homem na fenomenologia
    • a) A necessária delimitação da fenomenologia em relação à psicologia naturalista e sua superação
    • b) A tentativa de Dilthey de uma «psicologia personalista» — sua ideia do homem como pessoa
    • c) A incorporação, por Husserl, da tendência personalista no «Ensaio Logos»
    • d) Crítica fundamental da psicologia personalista sobre base fenomenológica
    • e) A tentativa malsucedida de Scheler de determinar o modo de ser dos atos e daquele que realiza os atos
    • f) Resultado da reflexão crítica: a omissão da questão acerca do ser como tal e do ser do intencional funda-se na decadência (Verfallenheit) do próprio ser-aí (Dasein)

** PARTE PRINCIPAL — ANÁLISE DO FENÔMENO DO TEMPO E OBTENÇÃO DO CONCEITO DE TEMPO **

** PRIMEIRA SEÇÃO — DESCRIÇÃO PREPARATÓRIA DO CAMPO EM QUE O FENÔMENO DO TEMPO SE TORNA VISÍVEL **

** Capítulo Primeiro — A fenomenologia fundada na questão do ser **

  • § 14. Exposição da questão do ser a partir do sentido radicalmente compreendido do princípio fenomenológico
    • a) A retomada da tradição como repetição autêntica
    • b) Modificação do campo temático, do modo científico de tratá-lo e da autocompreensão precedente da fenomenologia mediante a reflexão crítica sobre a questão fundamental do ser como tal
    • c) Desdobramento da questão do ser sob o fio condutor do tempo

** Capítulo Segundo — Elaboração da questão do ser no sentido de uma primeira explicitação do ser-aí (Dasein) **

  • § 15. Surgimento da questão do ser a partir de uma pré-compreensão indeterminada do ser-aí (Dasein) — questão do ser e compreensão do ser
  • § 16. Estrutura interrogativa da questão do ser
  • § 17. Correlação entre a questão do ser e o ente que questiona (ser-aí, Dasein)

** Capítulo Terceiro — A explicitação mais imediata do ser-aí (Dasein) a partir de sua cotidianidade. A constituição fundamental do ser-aí como ser-no-mundo (In-der-Welt-sein) **

  • § 18. Obtenção das estruturas fundamentais da constituição básica do ser-aí (Dasein)
    • a) O ser-aí (Dasein) é no «ter de ser a cada vez»
    • b) O ser-aí (Dasein) no «ter de ser» da cotidianidade de sua respectividade
  • § 19. A constituição fundamental do ser-aí (Dasein) como ser-no-mundo (In-der-Welt-sein). O ser-em (In-Sein) do ser-aí e o ser-dentro das coisas simplesmente presentes
  • § 20. O conhecer como modo derivado do ser-em (In-Sein) do ser-aí (Dasein)
  • § 21. A mundanidade (Weltlichkeit) do mundo
    • a) A mundanidade do mundo como aquilo-em-que se abre o âmbito de encontro do ser-aí (Dasein)
    • b) A mundanidade do mundo circundante (Umwelt): o caráter circundante, o caráter espacial primário do «em torno» como constitutivo da mundanidade
  • § 22. O modo como a tradição passou por cima da questão da mundanidade do mundo, tomando Descartes como exemplo
  • § 23. Demonstração positiva da estrutura fundamental da mundanidade do mundo
    • a) Análise dos caracteres de encontro do mundo (indicação, remissão, totalidade remissiva, familiaridade, «impessoal» [Man])
    • b) Interpretação da estrutura de encontro do mundo circundante: a correlação fenomenal de fundamentação dos próprios caracteres de encontro
      • α) Interpretação fenomenológica mais precisa do mundo circundante da ocupação — o mundo da obra
      • β) Caracterização da função específica de encontro desse mundo da obra para o encontro das coisas mais próximas do mundo circundante — o caráter específico de realidade do utilizável (Zuhandene)
      • γ) A função específica de encontro do mundo da obra para deixar encontrar aquilo que já está sempre aí — o simplesmente presente (Vorhandene)
    • c) Determinação da estrutura fundamental da mundanidade como significatividade (Bedeutsamkeit)
      • α) Interpretação equivocada do fenômeno da remissão como substância e função
      • β) Sentido da estrutura de encontro pertencente ao mundo como significatividade
      • γ) Correlação entre os fenômenos da significatividade, do signo, da remissão e da relação
      • δ) O ser-no-mundo (In-der-Welt-sein), enquanto ocupado e compreensivo, descobre o mundo como significatividade
  • § 24. Estruturação interna da questão acerca da realidade do mundo exterior
    • a) A realidade do mundo exterior está dispensada de qualquer prova ou crença nela
    • b) A realidade do real (mundanidade do mundo) não pode ser determinada a partir de seu ser-objeto e de seu ser-apreendido
    • c) A realidade não é interpretada por meio do «em-si»; antes, esse próprio caráter necessita de interpretação
    • d) A realidade não deve ser compreendida primariamente a partir da presença corporal do percebido
    • e) A realidade não é suficientemente esclarecida pelo fenômeno da resistência como objeto do impulso e do esforço
  • § 25. A espacialidade do mundo
    • a) A estrutura fenomenal do caráter circundante como tal é constituída por: distanciamento (Entfernung), região (Gegend) e orientação (Ausrichtung)
    • b) A espacialidade primária do próprio ser-aí (Dasein): distanciamento, região e orientação são determinações do ser do ser-aí enquanto ser-no-mundo (In-der-Welt-sein)
    • c) Espacialização do mundo circundante e de seu espaço — espaço e extensão em sua determinação matemática, tomando Leibniz como exemplo
  • § 26. O «quem» do ser-no-mundo (In-der-Welt-sein)
    • a) Ser-aí (Dasein) como ser-com (Mitsein) — o ser dos outros como co-ser-aí (Mitdasein) (crítica da temática da empatia)
    • b) O impessoal (Man) como o «quem» do ser-uns-com-os-outros na cotidianidade

** Capítulo Quarto — Explicitação mais originária do ser-em (In-Sein): o ser do ser-aí (Dasein) como cuidado (Sorge) **

  • § 27. O ser-em (In-Sein) e o cuidado (Sorge) — esboço
  • § 28. O fenômeno do descobrimento
    • a) Estrutura do descobrimento do ser-aí (Dasein) em seu mundo: disposição afetiva (Befindlichkeit)
    • b) Compreender (Verstehen): realização do ser do descobrimento
    • c) Desenvolvimento do compreender na interpretação (Auslegung)
    • d) Discurso (Rede) e linguagem
      • α) Discorrer e ouvir
      • β) Discorrer e silenciar
      • γ) Discorrer e falatório (Gerede)
      • δ) Discurso e linguagem
  • § 29. A decadência (Verfallen) como movimento fundamental do ser-aí (Dasein)
    • a) O falatório (Gerede)
    • b) A curiosidade (Neugier)
    • c) A ambiguidade (Zweideutigkeit)
    • d) Os caracteres do movimento próprio da decadência
    • e) As estruturas fundamentais do ser-aí (Dasein) a partir do horizonte da decadência (Verfallenheit)
  • § 30. A estrutura do não-estar-em-casa (Unheimlichkeit)
    • a) O fenômeno da fuga e do temor
      • α) O temor como temer diante de algo, considerado segundo seus quatro momentos essenciais
      • β) As modificações do temor
      • γ) O temor no sentido de temer por algo ou alguém
    • b) A angústia (Angst) e o não-estar-em-casa (Unheimlichkeit)
    • c) Explicitação mais originária da decadência (Verfallen) e da angústia (Angst), ou não-estar-em-casa (Unheimlichkeit), em antecipação da constituição fundamental do ser-aí (Dasein) como cuidado (Sorge)
  • § 31. O cuidado (Sorge) como ser do ser-aí (Dasein)
    • a) Determinação da estrutura articulada do cuidado
    • b) Os fenômenos do impulso e da propensão
    • c) Cuidado e descobrimento
    • d) Cuidado e o caráter do «prévio» no compreender e na interpretação (posição prévia [Vorhabe], visão prévia [Vorsicht], concepção prévia [Vorgriff])
    • e) A «Fábula de Cura» como testemunho de uma autointerpretação originária do ser-aí (Dasein)
    • f) Cuidado e intencionalidade

** SEGUNDA SEÇÃO — DESVELAMENTO DO PRÓPRIO TEMPO **

  • § 32. O resultado e a tarefa da análise fundamental do ser-aí (Dasein): elaboração da questão do próprio ser
  • § 33. Necessidade do desenvolvimento temático da interpretação fenomenológica do ser-aí (Dasein) como um todo. O fenômeno da morte
  • § 34. Interpretação fenomenológica da morte como fenômeno do ser-aí (Dasein)
    • a) A possibilidade extrema da morte no modo de ser da cotidianidade
    • b) A relação autêntica do ser do ser-aí (Dasein) com a morte
  • § 35. O fenômeno do querer-ter-consciência (Gewissenhabenwollen) e do ser-culpado (Schuldigsein)
  • § 36. O tempo como o ser no qual o ser-aí (Dasein) pode ser sua totalidade

original

** EINLEITUNG **

** Das Thema der Vorlesung und seine Behandlungsart **

  • § 1. Natur und Geschichte als Gegenstandsgebiete für die Wissenschaften
  • § 2. Prolegomena zu einer Phänomenologie von Geschichte und Natur am Leitfaden der Geschichte des Zeitbegriffs
  • § 3. Aufriß der Vorlesung

** VORBEREITENDER TEIL **

** Sinn und Aufgabe der phänomenologischen Forschung **

** Erstes Kapitel — Entstehung und erster Durchbruch der phänomenologischen Forschung **

  • § 4. Die Situation der Philosophie in der zweiten Hälfte des 19. Jahrhunderts. Die Philosophie und die Wissenschaften
    • a) Die Position des Positivismus
    • b) Der Neukantianismus — die wissenschaftstheoretische Wiederentdeckung Kants
    • c) Kritik am Positivismus — die Forderung Diltheys nach einer eigenständigen Methode für die Geisteswissenschaften
    • d) Die Trivialisierung der Diltheyschen Fragestellung durch Windelband und Rickert
    • e) Philosophie als »wissenschaftliche Philosophie« — die Psychologie als Grundwissenschaft der Philosophie (Die Lehre vom Bewußtsein)

** Zweites Kapitel — Die fundamentalen Entdeckungen der Phänomenologie, ihr Prinzip und die Klärung ihres Namens **

  • § 5. Die Intentionalität
    • a) Die Intentionalität als Struktur der Erlebnisse: Aufweis und erste Klärung
    • b) Rickerts Mißverständnis der Phänomenologie und Intentionalität
    • c) Die Grundverfassung der Intentionalität als solcher
      • α) Das Wahrgenommene des Wahrnehmens: das Seiende an ihm selbst (Umweltding, Naturding, Dinglichkeit)
      • β) Das Wahrgenommene des Wahrnehmens: das Wie des Intendiertseins (die Wahrgenommenheit des Seienden, der Charakter des Leibhaft-da)
      • γ) Erste Anzeige der Grundart der Intentionalität als Zusammengehörigkeit von intentio und intentum
  • § 6. Die kategoriale Anschauung
    • a) Intentionales Vermeinen und intentionale Erfüllung
      • α) Identifizierung als ausweisende Erfüllung
      • β) Evidenz als identifizierende Erfüllung
      • γ) Wahrheit als ausweisende Identifizierung
      • δ) Wahrheit und Sein
    • b) Anschauung und Ausdruck
      • α) Ausdruck von Wahrnehmungen
      • β) Schlichte und gestufte Akte
    • c) Akte der Synthesis
    • d) Akte der Ideation
      • α) Abwehr von Mißverständnissen
      • β) Die Bedeutung dieser Entdeckung
  • § 7. Der ursprüngliche Sinn des Apriori
  • § 8. Das Prinzip der Phänomenologie
    • a) Die Bedeutung der Maxime »zu den Sachen selbst«
    • b) Das Selbstverständnis der Phänomenologie als analytische Deskription der Intentionalität in ihrem Apriori
  • § 9. Die Klärung des Namens »Phänomenologie«
    • a) Die Klärung des ursprünglichen Sinnes der Bestandstücke des Namens
      • α) Der ursprüngliche Sinn von φαινόμενον
      • β) Der ursprüngliche Sinn von λόγος (λόγος ἀποφαντικός und λόγος σημαντικός)
    • b) Die Bestimmung der so gewonnenen Bedeutungseinheit und die ihr entsprechende Forschung
    • c) Abwehr einiger typischer Mißverständnisse der Phänomenologie, die sich von ihrem Namen her ergeben

** Drittes Kapitel — Die erste Ausbildung der phänomenologischen Forschung und die Notwendigkeit einer radikalen Besinnung in ihr selbst und aus ihr selbst heraus **

  • § 10. Die Ausarbeitung des thematischen Feldes: die fundamentale Bestimmung der Intentionalität
    • a) Explikation der Ausgrenzung des thematischen Feldes der Phänomenologie und Fixierung der Arbeitshorizonte bei Husserl und Scheler
    • b) Die grundsätzliche Besinnung auf die regionale Feldstruktur in ihrer Originalität: die Herausarbeitung des reinen Bewußtseins als eigener Seinsregion
  • § 11. Immanente Kritik der phänomenologischen Forschung: kritische Erörterung der vier Bestimmungen des reinen Bewußtseins
    • a) Das Bewußtsein ist immanentes Sein
    • b) Das Bewußtsein ist absolutes Sein im Sinne absoluter Gegebenheit
    • c) Das Bewußtsein ist absolutes Gegebensein im Sinne des »nulla re indiget ad existendum«
    • d) Das Bewußtsein ist reines Sein
  • § 12. Aufweis des Versäumnisses der Frage nach dem Sein des Intentionalen als dem Grundfeld der phänomenologischen Forschung
  • § 13. Aufweis des Versäumnisses der Frage nach dem Sinn von Sein selbst und nach dem Sein des Menschen in der Phänomenologie
    • a) Die notwendige Abgrenzung der Phänomenologie gegen die naturalistische Psychologie und deren Überwindung
    • b) Diltheys Versuch einer »personalistischen Psychologie« — seine Idee des Menschen als Person
    • c) Husserls Aufnahme der personalistischen Tendenz im »Logos-Aufsatz«
    • d) Grundsätzliche Kritik der personalistischen Psychologie auf phänomenologischer Basis
    • e) Schelers gescheiterter Versuch bei der Bestimmung der Seinsart der Akte und des Aktvollziehers
    • f) Das Resultat der kritischen Überlegung: Das Versäumnis der Frage nach dem Sein als solchem und nach dem Sein des Intentionalen gründet in der Verfallenheit des Daseins selbst

** HAUPTTEIL **

** Analyse des Zeitphänomens und Gewinnung des Zeitbegriffs **

** ERSTER ABSCHNITT **

** Die vorbereitende Deskription des Feldes, in dem das Phänomen der Zeit sichtbar wird **

** Erstes Kapitel — Die in der Seinsfrage gegründete Phänomenologie **

  • § 14. Die Exposition der Seinsfrage aus dem radikal verstandenen Sinn des phänomenologischen Prinzips
    • a) Die Aufnahme der Tradition als echte Wiederholung
    • b) Die Modifizierung des thematischen Feldes, der wissenschaftlichen Behandlungsart und des bisherigen Selbstverständnisses der Phänomenologie durch die kritische Besinnung auf die Fundamentalfrage nach dem Sein als solchem
    • c) Die Entfaltung der Seinsfrage am Leitfaden der Zeit

** Zweites Kapitel — Die Ausarbeitung der Seinsfrage im Sinne einer ersten Explikation des Daseins **

  • § 15. Das Entspringen der Seinsfrage aus einem unbestimmten Vorverständnis des Daseins — Seinsfrage und Seinsverständnis
  • § 16. Die Fragestruktur der Seinsfrage
  • § 17. Der Zusammenhang von Seinsfrage und fragendem Seienden (Dasein)

** Drittes Kapitel — Die nächste Explikation des Daseins aus seiner Alltäglichkeit. Die Grundverfassung des Daseins als In-der-Welt-sein **

  • § 18. Die Gewinnung der Fundamentalstrukturen der Grundverfassung des Daseins
    • a) Das Dasein ist im »Jeweilig-es-zu-sein«
    • b) Das Dasein im »Zu-sein« der Alltäglichkeit seiner Jeweiligkeit
  • § 19. Die Grundverfassung des Daseins als In-der-Welt-sein. Das In-Sein des Daseins und das Sein-in der vorhandenen Dinge
  • § 20. Das Erkennen als abgeleiteter Modus des In-Seins des Daseins
  • § 21. Die Weltlichkeit der Welt
    • a) Die Weltlichkeit der Welt als Worinheit für das Begegnenlassen des Daseins
    • b) Die Weltlichkeit der Umwelt: das Umhafte, der primäre Raumcharakter des »Um« als Konstitutivum von Weltlichkeit
  • § 22. Das traditionelle Überspringen der Frage nach der Weltlichkeit der Welt am Beispiel Descartes
  • § 23. Der positive Aufweis der Grundstruktur der Weltlichkeit der Welt
    • a) Analyse der Begegnischaraktere der Welt (Vorweisung, Verweisungsganzheit, Vertrautheit, »Man«)
    • b) Die Interpretation der Begegnisstruktur der Umwelt: der phänomenale Fundierungszusammenhang der Begegnischaraktere selbst
      • α) Die genauere phänomenologische Interpretation der Umwelt des Besorgens — die Werkwelt
      • β) Die Charakteristik der spezifischen Begegnisfunktion dieser Werkwelt für das Begegnen der nächsten Umweltdinge — der spezifische Realitätscharakter des Zuhandenen
      • γ) Die spezifische Begegnisfunktion der Werkwelt für das Begegnenlassen dessen, was schon immer da ist — das Vorhandene
    • c) Die Bestimmung der Grundstruktur der Weltlichkeit als Bedeutsamkeit
      • α) Die Fehlinterpretation des Phänomens der Verweisung als Substanz und Funktion
      • β) Der Sinn der Begegnisstruktur von Welt als Bedeutsamkeit
      • γ) Der Zusammenhang zwischen den Phänomenen Bedeutsamkeit, Zeichen, Verweisung und Beziehung
      • δ) Verstehendes besorgendes In-der-Welt-sein erschließt die Welt als Bedeutsamkeit
  • § 24. Die innere Strukturierung der Frage nach der Realität der Außenwelt
    • a) Das Realsein der Außenwelt ist jedem Beweis und Glauben daran enthoben
    • b) Die Realität des Realen (Weltlichkeit der Welt) ist nicht aus ihrem Gegenstand- und Erfaßtsein zu bestimmen
    • c) Die Realität ist nicht interpretiert durch das »Ansich«; dieser Charakter ist vielmehr selbst auslegungsbedürftig
    • d) Die Realität ist nicht primär von der Leibhaftigkeit des Vernommenen her zu verstehen
    • e) Die Realität ist nicht vom Phänomen des Widerstandes als des Gegenstandes für Trieb und Streben her zureichend geklärt
  • § 25. Die Räumlichkeit der Welt
    • a) Die Abhebung der phänomenalen Struktur des Umhaften als solchen ist konstituiert durch: Entfernung, Gegend, Orientierung (Ausrichtung)
    • b) Die primäre Räumlichkeit des Daseins selbst: Entfernung, Gegend, Orientierung sind Seinsbestimmungen des Daseins als In-der-Welt-sein
    • c) Die Verräumlichung der Umwelt und des Umweltraumes — Raum und Ausdehnung in der mathematischen Bestimmung am Beispiel Leibnizens
  • § 26. Das »Wer« des In-der-Welt-seins
    • a) Dasein als Mitsein; das Sein der Anderen als Mitdasein (Kritik der Einfühlungsthematik)
    • b) Das Man als das Wer des Seins des Miteinander in der Alltäglichkeit

** Viertes Kapitel — Ursprünglichere Explikation des In-Seins: das Sein des Daseins als Sorge **

  • § 27. Das In-Sein und die Sorge — Aufriß
  • § 28. Das Phänomen der Entdecktheit
    • a) Die Struktur der Entdecktheit des Daseins in seiner Welt: die Befindlichkeit
    • b) Der Seinsvollzug der Entdecktheit: das Verstehen
    • c) Die Ausbildung des Verstehens in der Auslegung
    • d) Rede und Sprache
      • α) Reden und Hören
      • β) Reden und Schweigen
      • γ) Reden und Gerede
      • δ) Rede und Sprache
  • § 29. Das Verfallen als eine Grundbewegtheit des Daseins
    • a) Das Gerede
    • b) Die Neugier
    • c) Die Zweideutigkeit
    • d) Die Charaktere der eigenen Bewegtheit des Verfallens
    • e) Die Fundamentalstrukturen des Daseins aus dem Horizont der Verfallenheit
  • § 30. Die Struktur der Unheimlichkeit
    • a) Das Phänomen von Flucht und Furcht
      • α) Die Furcht als Sichfürchten vor nach ihren vier Wesensmomenten betrachtet
      • β) Die Modifikationen der Furcht
      • γ) Die Furcht im Sinne des Fürchtens um
    • b) Die Angst und die Unheimlichkeit
    • c) Ursprünglichere Explikation von Verfallen und Angst (Unheimlichkeit) im Vorblick auf die Grundverfassung des Daseins als Sorge
  • § 31. Die Sorge als das Sein des Daseins
    • a) Die Bestimmung der gegliederten Struktur der Sorge
    • b) Die Phänomene des Dranges und Hanges
    • c) Sorge und Entdecktheit
    • d) Sorge und der Charakter des »Vor« in Verstehen und Auslegung (Vorhabe, Vorsicht, Vorgriff)
    • e) Die »Cura-Fabel« als Beleg einer ursprünglichen Selbstauslegung des Daseins
    • f) Sorge und Intentionalität

** ZWEITER ABSCHNITT **

** Die Freilegung der Zeit selbst **

  • § 32. Das Ergebnis und die Aufgabe der fundamentalen Daseinsanalyse: die Ausarbeitung der Frage nach dem Sein selbst
  • § 33. Die Notwendigkeit der thematischen Ansetzung der phänomenologischen Interpretation des Daseins als eines Ganzen. Das Phänomen des Todes
  • § 34. Die phänomenologische Interpretation des Todes als Daseinsphänomen
    • a) Die äußerste Möglichkeit des Todes in der Seinsart der Alltäglichkeit
    • b) Das eigentliche Seinsverhältnis des Daseins zum Tode
  • § 35. Das Phänomen des Gewissenhabenwollens und des Schuldigseins
  • § 36. Die Zeit als das Sein, in dem Dasein seine Ganzheit sein kann
  • Nachwort des Herausgebers
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