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estudos:polt:fonte-do-dado-2006

FONTE DA DAÇÃO (2006:28-31)

POLT, Richard F. H. The emergency of being: on Heidegger’s contributions to philosophy. Ithaca, NY: Cornell Univ. Press, 2006.

  • A questão fundamental desloca-se da doação dos entes para a origem do próprio ser, interpretando o Seyn heideggeriano como o evento de doação que permite que os entes façam diferença para nós.
    • Distinção entre a doação dos entes e a doação do ser.
    • Acesso e reconhecimento da disponibilidade do ser.
    • Interpretação do Seyn como o dar do ser.
  • A investigação sobre o modo de doação do ser enfrenta o paradoxo do dom, onde a necessidade de uma recepção ativa por parte do destinatário ameaça anular a gratuidade essencial da doação.
    • Crítica à intuição categorial e à percepção não sensorial.
    • Impossibilidade de um recebimento passivo.
    • Paradoxo de Derrida sobre a gratidão que cancela a gratuidade.
    • Necessidade de atividade humana na recepção.
  • A constatação de que a doação exige atividade humana sugere que o ser pode derivar de uma autocriação do sujeito, analisável através de modelos culturais, psicológicos ou transcendentais.
    • Ser como ato de autocriação necessário à existência humana.
    • Modelo wittgensteiniano de práticas culturais relativas.
    • Modelo humeano de leis psicológicas contingentes.
    • Modelo kantiano de necessidade matemática.
  • A emergência ou ruptura não atua apenas como estímulo para a reflexão filosófica, mas constitui o elemento crucial para a própria doação do ser, transformando a relação de pertença ao mundo.
    • Papel da emergência em alertar para a doação.
    • Revitalização do sentido de doação através da ruptura.
    • Impossibilidade de habitar verdadeiramente o mundo sem a emergência.
    • Fundação do pertencimento.
  • A imersão na familiaridade cotidiana resulta do esquecimento das emergências fundadoras, exigindo uma vulnerabilidade ativa diante das rupturas para recuperar a urgência do ser e o sentido autêntico de habitar.
    • Familiaridade como efeito de emergências esquecidas.
    • Tendência ao lapso no cotidiano após a abertura de mundo.
    • Luta contra o esquecimento através da vulnerabilidade.
    • Apropriação da emergência como evento de urgência ontológica.
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