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estudos:mitchell:maquinacao-2015
MAQUINAÇÃO (2015:27-28)
MITCHELL, Andrew J. The fourfold: reading the late Heidegger. Evanston (Ill.): Northwestern university press, 2015
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Machinação é o modo de experimentar a Seinsverlassenheit como relação persistente entre ser e entes em meio à partida por retirada, sem reduzir essa retirada a falta ou ausência e sem supor descarte de entes, pois o “abandonado” permanece referido ao ser (Sein) como algo que nunca pode estar presente.
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Seinsverlassenheit como abandono do ser (GA 65:107/85).
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Retirada como noção gêmea do abandono, mantendo traços e conexão.
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Abandono sem “fuga” do ser e sem “faltas” do ser nos entes.
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Abandono como nome das relações entre ser e entes, com o ser abandonando-os.
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Abandono designa uma relação com algo fora do ente e não presente na qual presença e ausência perdem antagonismo, de modo que o “ausente” permanece “presente” na determinação do que resta como abandonado, e assim o abandono nomeia um modo de ser sem agente, no qual os entes são abandonados ao mundo como relacionalidade exposta.
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Abandono como permanência de conexão apesar do não-presente.
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Marca do abandono como modo de existência dos entes.
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Relacionalidade como tal substituindo referência a alguma entidade presente particular.
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Beyng como relacionalidade abandonando entes ao mundo e deixando-os expostos entre outros.
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Entes abandonados a si mesmos.
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Abandono ao mundo implica abandono à machinação, na qual o ente aparece como objeto e presente-à-mão “como se” beyng não essenciasse, e a machinação nomeia a constelação de forças que sustenta a objetificação e a presença constante, tornando makeability, Beständigkeit e Anwesenheit determinações específicas da beingness.
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Aparência objetificante: “como se beyng não essenciasse” (GA 65:115/91).
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Machinação como suporte para presença constante: Machenschaft e beständige Anwesenheit (GA 65:107/85).
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Machinação como interpretação em que a makeability vem à tona (GA 65:126/100).
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Beständigkeit e Anwesenheit como determinações da beingness.
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Machinação, embora encene objetividade, permanece um tipo de essenciar de beyng e só produz uma performance de presença objetiva que nunca se completa, pois o “como se” indica a inelutabilidade do essenciar como exposição ao além e troca com o mundo, figurando a objetificação como palco de “designers de cena” e reenviando a teoria moderna ao thea grego e ao theater.
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Machinação como “type of essencing of beyng” (GA 65:115/91; 126/99).
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Objetividade como negação performática de retirada, essenciar e mundo.
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“Stage [Bühne]” e “stage-designers” (GA 65:347/275).
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Thea como “look” e “outward appearance”, com vínculo ao theater (GA 7:46 / QCT 163).
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A objetificação machinacional pode operar como máscara que não elimina o essenciar do ser, mas o disfarça e o preserva, chegando a sugerir que negatividade dos entes e abandono pelo ser podem ser melhor conservados na máscara da “verdadeira atualidade” do que fora da machinação e da Erlebnis.
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Machinação como preservação jarrante do essenciar do ser.
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Máscara representacional mantendo “a face” intocada.
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Preservação da negatividade e do abandono na máscara de “true actuality” (GA 65:131/103).
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Redescoberta possível do essenciar por trás do disfarce.
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No tempo de Beiträge, machinação nomeia forças sociais e ontológicas que objetificam entes e experiência (Erlebnis) como resíduo do abandono do ser, sendo propulsionada por representação como chão determinante da modernidade e articulada como interpretação dos entes enquanto Vor-stellbaren e Vor-Gestellten, com denúncia da Notlosigkeit como maior Not ao impedir que os entes abordem e causem afetação.
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Machinação como evento ontológico e não apenas social.
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Representação como ground determinante, vinculada a Vor-stellen.
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Mundo machinacional ocultando abertura contextual dos entes.
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Not como distress e Notlosigkeit como distresslessness na época moderna.
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“The Age of the World Picture” (1938) como elaboração paralela.
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A essência da modernidade é investigada pela formação essencial da ciência moderna como pesquisa voltada à certeza, na qual representação produz objetificação para assegurar o ente ao cálculo, convertendo certeza (sicher) em operação de securing (sicherstellen) que fixa o que foi posto como Gestellte.
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“A essência do que hoje se chama ciência é pesquisa” (GA 5:77/59).
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Representação como Vor-stellen que traz o ente para diante de modo calculável (GA 5:87/66).
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Segurança como certeza para quem calcula e assegura.
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“To represent” como pôr e tornar seguro o que foi posto (GA 5:108/82).
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A dominação da representação restringe ser e verdade ao que se torna objeto, submetendo a validade e mesmo a existência dos entes ao ato representacional do humano como sujeito, de modo que só se encontra o que já foi representado a si mesmo.
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Só o que se torna objeto “é”, como extante (GA 5:87/66).
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Entes como extantes apenas enquanto postos pelo humano representante-produtor (GA 5:89/67–68).
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Dependência ontológica da existência em relação à atividade representacional.
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Na construção cenográfica da realidade, representar é trazer o presente-à-mão como standing-over-and-against e forçá-lo de volta ao representador como domínio Maß-gebend, fazendo o humano entrar na imagem e tornar-se a própria cena pública na qual os entes devem apresentar-se como picture.
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Vor-stellen como relação ao representer e retorno do ente ao padrão.
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Humano como prioridade sobre entes ao colocar-se na imagem (GA 5:91/69).
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Cena como horizonte aberto (Umkreis) do representado público.
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Seres obrigados a “ser o picture” na cena.
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Weltbild significa a conquista do mundo como picture entendida como constructo de produção representacional (Gebild des vorstellenden Herstellens), convertendo o presenciar em duplo representacional inequívoco e formalizado que serve à certeza.
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Weltbild como transformação ontológica do mundo em picture (GA 5:94/71).
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Picture como constructo de Herstellung representacional.
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Esquematização do mundo como visão de relance e domínio de certeza.
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O caráter inquietante do “world picture” é o de um picture sem conteúdo estético que funciona como schema calculável e construção, eliminando o Anschauliches e substituindo a imagem sensível por Gebilde baseados em cálculo, com a matematização cartesiana como exemplo primário.
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“Picture” como formação e não como imagem simples.
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Representação como cálculo que nada sabe do intuído (GA 5:304–5/228–29).
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Queda do Bild da intuição sensível direta (Anschauung).
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Natureza matematizada como figura exemplar.
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A atividade representacional pode ser compreendida como servindo ao Wille zur Macht, pois interpretar entes como já representados e ainda representáveis exprime o misto de fixação e incremento típico do querer, vinculando Machenschaft ao machen das representações e à máxima de que tudo pode ser feito se o “will” for convocado.
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Vor-stellbaren e Vor-Gestellten como fórmula machinacional (GA 65:108–9/86).
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Representável e representado como tensão entre já-feito e ainda-a-fazer.
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Will to power como autoasseguramento para ultrapassar-se (GA 6.2:7/N3:167; 240–41/196–97).
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“Everything ‘is made’… se o ‘will’ for convocado” (GA 65:108/86).
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Machenschaft como fazer (machen) de representações.
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O hífen de vor-stellen explicita a precedência do re-presentar como a priori atribuído ao ego percipio e ao “subject”, ao mesmo tempo em que a representação é posta diante como objeto e também posta previamente e posta em marcha para adiantamento, articulando a Vorgängigkeit do Vor-stellen.
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A priori ligado ao ego percipio e à precedence do Vor-stellen (GA 65:223/174).
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Vor- como pôr diante e como pôr previamente.
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Vor- como impulso de marcha e adiantamento do representar.
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Representável significa simultaneamente acessível à intenção e ao cálculo e advanceable por produção e execução, implicando que os entes enquanto tais são representáveis e que apenas o representável é, o que instala uma decisão prévia sobre todo presenciar.
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Representável como acessível ao cálculo e ao planejamento.
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Vorbringbar como produção do representado.
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Apenas o representável contando como ser (GA 65:109/86).
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Decisão fundamental sobre o que prescinde e como prescinde.
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A representatividade como princípio combina exaustividade ideal do esquema com limitação fática do acesso humano, convertendo a limitação em problema técnico de refinamento indefinido e instituindo um progresso sem futuro que apenas acelera o já traçado, enquanto a própria representação exige contínua especificação e experimentação.
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Conhecimento idealmente completo do esquema representacional.
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Limitação de acesso como questão de técnica e refinamento.
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Progresso como expedição do mesmo caminho (GA 65:113/89).
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Demanda intrínseca por refinamento contínuo.
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A posição privilegiada do sujeito na representação promove a centralidade de Erlebnis como attendant necessário da extensão machinacional, formalizando a antiga afiliação entre ser e pensar como machinação e lived-experience, onde o pensar se determina como vor-stellendes Be-greifen.
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Ligação direta entre Machination e Erlebnis (GA 65:128/101).
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Transformação da fórmula ser e pensar em versão “mais originária”.
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Pensar como conceitualização representacional.
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Vida é tomada biologicamente sob ciência de pesquisa e objetificação, de modo que a Lebensauffassung mecanicista e biologicista deriva de interpretações machinacionais ocultas, e a determinação do humano como animal rationale articula animal como sujeito de Erlebnis e ratio como Vor-stellen, consolidando o moderno consumidor de experiências objetificadas.
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Vida como inclusão do ente na vida e como er-lebt que vira Erlebnis (GA 5:94/71).
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Biologismo como consequência de interpretação machinacional (GA 65:127/100).
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Animal rationale: ratio como Vor-stellen e vida como animal (GA 65:129/102).
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Craving por experiências pré-embaladas e representadas para consumo.
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Sob o reinado da machinação, a própria experiência é objetificada como mundo de experiências possuíveis e acumuláveis, exemplificado por “movies” e “seaside spa resorts”, articulando-se a uma lógica de “having” (echon) e a uma crítica de biologismo, antropologia, psicologismo e cultura, na qual o humano se torna possuidor do mundo e consumidor voraz que se isola do distress do ser abandonado.
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Experiência transformada em item colecionável e apropriável.
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Exemplos: filmes e resorts litorâneos (GA 65:139/109).
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“Fazer” experiências como intensificação da posse.
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Echon como regime de posse na definição do humano.
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Humanidade conduzida de uma Erlebnis superficial a outra como animal instintivo (GA 65:98/78).
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Consumidor ganancioso de experiência objetificada como figura da época.
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