Heim
Michael Heim (1944)
Michael Heim utiliza as reflexões de Heidegger sobre a tecnologia para levar adiante a tarefa de pensar. Heidegger não viveu para ver o que Heim sugere ser o veículo para a revolução tecnológica mais poderosa do nosso século: a proliferação do microcomputador. Heim baseia-se não apenas em Heidegger, mas também nos escritos de Marshall McLuhan e Eric Havelock, numa tentativa de levar a reflexão filosófica sobre os computadores para além dos limites restritivos das questões frequentemente controversas relativas à inteligência artificial (a mente como computador, a mente versus o computador, etc.). Em vez do computador como adversário, ele sugere a noção do computador como componente da atividade ou evento da autocompreensão humana. [J. Kockelmans]
